No Racism

Uma atitude biblicamente correta! 

Sentar ao lado de um negro???
Eu!!!!! Sentar ao lado de um negro?   
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.   
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.   
‘Qual o problema, senhora’?, pergunta uma comissária.   
‘Não está vendo? – respondeu a senhora ‘vocês me colocaram ao lado de um negro.   
 

 Não posso ficar aqui.   Você precisa me dar outra cadeira’.   
 ‘Por favor, acalme-se – disse a aeromoça – ‘infelizmente, todos os lugares estão ocupados.   
 Porém, vou ver se ainda temos algum disponível’. A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.   
 ‘Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica.   
 Temos apenas um lugar na primeira classe’. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:   
 ‘Veja, é incomum que a nossa companhia permita
à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe.   
 Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável’ .  
 E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:   
 Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe…   
 ‘ E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.  

 

 

 – Não vamos permitir que o preconceito invada nossas vidas, mesmo nas mais suaves maneiras, disfarçadas. o V.9 diz que fazemos bem quando guardamos o mandamento, a lei régia, de amar o próximo. Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria para nunca cairmos nesse pecado que é tão abominável aos olhos de Deus quanto os outros do V.11!

 

 

grato a Deus por tudo sempre

 

pastor victor

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Published in: on março 31, 2009 at 2:42 am  Deixe um comentário  

A IGREJA E OS BÁRBAROS – (A origem do culto aos santos na igreja)

 

Os bárbaros eram os povos que não faziam parte do vasto império romano e que em suas investidas guerreiras estavam de “olho” por assim dizer no cambaleante império romano para invadi-lo como em muitas ocasiões o fizeram (definição rústica do digitador).

 

Como trazer ao cristianismo os contingentes que começavam a emigrar para a Europa e que continuaram chegando até o século XI era uma nova questão que a Igreja tinha para enfrentar.

 

Muitos bárbaros foram trazidos ao cristianismo por meio dos monges que lhes pregavam o evangelho. Os métodos adotados muitos deles eram questionáveis. Quando um rei se convertia todo o seu povo era considerado cristão entravam para a Igreja sem qualquer doutrinação eficiente por meio das Escrituras.

 

Assim em 590 a Igreja tinha vencido o desafio do Estado romano. Deu também sua contribuição ao converter ao cristianismo os invasores teutões do Império e legar e legar a eles os elementos da cultura greco-romana. No processo, porém, massas de pagãos que tinham sido convertidos à religião cristã entraram logo para a Igreja sem serem doutrinados e sem passarem por um período de prova. Muitos deles trouxeram para a Igreja os seus velhos padrões de vida e de costumes. O antigo culto aos heróis foi substituído pelo culto aos santos. Muitas práticas ritualísticas retiradas do paganismo encontraram uma porta aberta na Igreja Cristã. A Igreja, ao tentar resolver o problema da presença bárbara, acabou parcialmente paganizada.

 

 

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Cristã, capítulo 11.

 

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Published in: on março 27, 2009 at 7:54 pm  Deixe um comentário  

ESTÉTICA DIVINA OU OPINIÃO PRÓPRIA?

Quem nunca testemunhou ou até mesmo protagonizou uma discussão por questões estéticas? Enquanto as questões são somente “discutidas”, tudo tranqüilo. Mas, o fato é que quando o assunto é “estética”, geralmente as pessoas não trocam ou compartilham idéias – elas guerreiam entre si.

Muitas das discussões quanto à estética são tão ou mais acaloradas do que as discussões envolvendo ética e moral. Talvez uma das razões esteja no fato de que a grande maioria das pessoas não entende as relações entre essas duas áreas e, principalmente, suas distinções. Muitos discutem estética como se fosse ética ou moral. A igualdade pressuposta (e confusa) entre a moral e estética pode ser exemplificada colocando adjetivos morais e éticos em temas estéticos. Observe: “Esse quadro renascentista está ERRADO!” ou, “Essa arquitetura é PECAMINOSA”, “A gravata do pastor é INIQUA”, “O modelo do carro do irmão João é IMPURO; ou, sendo mais positivo, “ESSA cor é SANTA”; “Esse instrumento é “de Deus”, “a estampa da roupa da irmã é VIRTUOSA”. Para o cristão, a discussão torna-se mais acalorada, porque ele fala “em nome de Deus”. Não são poucas as vezes que, com a mesma força que se combate a fornicação (questão ética, proposicional, clara nas Escrituras), declara-se que uma determinada música (questão estética) não é santa, não é “de Deus”. A questão aqui é “Deus tem um gosto”?, ou, “Qual a estética divina?”, “Deus gosta mais de azul ou branco?”, ou “Qual o estilo musical de Deus?”, “Aonde Deus revelou Seu gosto?”; “Deus tem UM gosto musical?”, “Dois? Três….?; “Existe objetividade no gosto?” Dentro do campo da estética, o calcanhar de Aquiles no mundo cristão (especificamente o meu, Batista tradicional, regular, conservador…) está na música. Muitos querem criar, digo, determinar um estilo “santo”, “bíblico”. Para muitos, não há espaço para subjetividade na música. Trata-se de uma questão moral somente. Antes de continuar, preciso fazer alguns esclarecimentos:

1) meu foco aqui está na questão do gosto pessoal e não na adoração coletiva (algo mais complexo). Estou pressupondo, portanto, que a música que escuto na igreja não deve ser necessariamente a mesma e a única da minha vida privada e vice-versa. Sobre essa relação (privado e comunitário) buscarei os princípios na esfera maior (adoração em Israel, por exemplo) pois não temos nas Escrituras palavras diretas sobre a música na vida privada. Bem, não há nada que seja permitido na esfera comunitária que seja proibido na vida privada. Já o contrário é verdadeiro;

2) Minhas críticas serão contra idéias, não contra pessoas. Tomarei uma crítica feita no meu blog por um leitor específico, porém ele será tratado como uma figura representativa, não como indivíduo. Assim como sua crítica será tomada como representando muitas outras pessoas, minha resposta não será pessoal, mas visando todos que são representados pelo meu crítico.

Explico: Em uma das minhas primeiras postagens (Preservando a Santidade na Igreja, parte 2, agosto de 2008) fui criticado por colocar um link de uma banda americana. A razão, diz o comentarista e crítico: “…a música possui um ritmo (rock) que não reverencia nem glorifica a Deus, já que estimula o corpo a movimentar-se e não a mente ao louvor ao Senhor”. Para esse leitor a música “desvia a atenção de Deus”. Na crítica ele ainda fala de “moral, santidade e pureza”. Para nosso crítico (e muitos outros), o rock (expressão de arte – estética) não reverencia a Deus, é pecaminoso, irreverente, mundano, em outras palavras, é errado – é uma questão ética, moral e, por conseguinte, prescritiva. Entretanto, essa não foi a primeira crítica que ouvi sobre a temática. Contudo, todas as vezes que vejo alguém criticar um estilo musical qualquer (só cito o rock como exemplo, não focalizarei nesse estilo musical específico, nem estou defendendo ou acusando-o), fico esperando as referências bíblicas, as partituras celestiais, ou quem sabe um mp3 com as “Dez Mais” do céu.

A pergunta aqui é: baseado em que alguém diz que Deus não gosta de um determinado estilo musical? Parece que uma das bases do nosso amigo (e de muitos outros) é que, se um estilo musical estimula o corpo, ele está automaticamente condenado. E para ele, estímulo ao corpo parece necessariamente negligenciar a mente.

Algumas considerações como resposta:

1. Há um estímulo nos Salmos ao uso do maior número de instrumentos musicais possíveis. Junta-se a isso, o silêncio de Levítico quanto aos instrumentos musicais. Levítico fala das roupas, da comida, dos dias, das festas, das regras femininas, das doenças, mas não há regras que limitem instrumentos musicais. Além disso, a Bíblia mesmo revelando a origem dos instrumentos (a dinastia cainita – mundana) não os proibiu. É costume usar a origem dos instrumentos para condenar seu uso. Esse, entretanto, não é o critério de Deus.

2. Há uma diversidade de estilos musicais no saltério hebraico. Exemplos: os lagares [8.1], morte para um filho [9.1], corça da manhã [22.1], os lírios [45.1], não destruas [57.1], os lírios do testemunho [60.1], de Jedutum [62.1]…). Hoje não sabemos ao certo que estilos musicais são esses. Mas certamente muitos não gostariam desse “cantor cristão hebreu” diante da sua diversidade de estilos musicais. O que acontece muitas vezes é que se escolhe um estilo e o sacraliza. Ou, demoniza os demais. Não é assim com Deus. Há diversidade de estilos no manual de louvor de Israel.

 3. E o que dizer da ordem bíblica direta envolvendo a dança (Sl. 150.4)? Geralmente alega-se que não temos todos os dados sobre a natureza dessa dança. Mas o que não se pode negar é que há “movimento corporal” envolvido no vocábulo hebraico. Se “movimento corporal” em um contexto de “música” não é dança, podemos dar outro nome, mas ainda assim é “movimento corporal” vinculado a “música”.

4. Na crítica que agora rebato, há um pressuposto antropológico (mais grego do que bíblico) de que o estímulo corporal é a priori pecaminoso. Será que a reação corporal é necessariamente pecaminosa? Se meu corpo reage a uma expressão de arte devo reprimi-lo? Ouvir uma bela canção e sentir prazer é pecaminoso? A arte visual não é corporal? A arte gastronômica não é corporal? Chorar não é corporal? Afinal, pode-se fazer ou sentir algo sem que isso tenha vínculo direto com o corpo? Existe realmente uma música que não estimule nosso corpo? Reprimir o corpo é o mesmo que reprimir o pecado? O que é mental, que não é corporal? E as expressões corporais bíblicas vinculadas a adoração como levantar as mãos, por exemplo? E o apelo de Paulo ao uso dos membros do corpo para a santificação.

5. O fato, que muitos não querem aceitar, é que Deus entregou muitas decisões (inclusive éticas) às nossas “consciências”. Há questões em que Bíblia simplesmente não se pronuncia de forma prescritiva. Exemplo: estilo musical. Ela nem incentiva, nem proíbe. Ou seja, há espaço para subjetividade na vida cristã. Essa subjetividade envolve tanto a ética como a estética. A última muito mais por ser subjetiva por natureza.

6. A justificação da arte. Preciso justificar a arte? Para que uma música seja divina ela deve ter uma referência bíblica declarada? Para que um quadro tenha um espaço na sala de um cristão ele deve representar alguma história bíblica? A arte justifica-se por si mesma. Com isso quero dizer simplesmente que não precisamos explicar com um versículo bíblico porque gosto de amarelo e não de preto. Não preciso explicar porque gosto de futebol e de casa de campo? Não preciso explicar porque prefiro surf e não handebol. Eu gosto, só isso – é subjetivo, é pessoal. Deus nos criou assim. Deus é um artista.

7. Não se está justificando todo tipo de arte. Tratar a arte como distinta de ética e moral não é afirmar que não há qualquer relação entre elas. Há sim uma relação entre a arte e a ética ou a moral. Alguns valores morais usam a arte como instrumentos de divulgação. Alguns movimentos artísticos surgiram de pressupostos mundanos. Além disso, todo artista tem uma cosmovisão que aplica e/ou impõe em sua arte. O nú “artístico” é um exemplo extremo disso. Contudo, isso não desqualifica a arte da fotografia ou da pintura. O fato de alguém pregar (arte) contra Deus não desqualifica a arte da pregação ou da oratória.

 8. Sobre a acusação de mundanismo surge a pergunta: “Afinal, o que é mundano?” Para muitos, trata-se de tudo que vem do mundo. A implicações lógicas dessa definição levam seus adeptos ou a formação de monastérios ou, no caso de muitos evangélicos, a criação de um “gueto gospel” (e.g., camisa gospel, caderno gospel, lanchonete gospel, ótica gospel…) .

A Bíblia fala de mundo tanto positiva (principalmente como uma referência à criação) quanto negativamente. Negativamente “mundo” refere-se “a ordem criada (especialmente de seres humanos e assuntos humanos) em rebelião contra seu criador” (CARSON, D. A. O Comentário de João, p. 123).

A questão é: existe um estilo musical mundano “por natureza”? Existe algo inerentemente mal? Rock é mundano por quê? Alguns diriam que os cantores de Rock usam drogas, são bêbados. E o que dizer da literatura? Quem são os grandes escritores? Abrimos a boca com orgulho para dizer que lemos suas obras sem qualquer problema. Aceitamos a arte da literatura, do cinema e até da arquitetura sem buscar a “ficha corrida” dos artistas. E o estilo de sua casa? Que referencial tem? Em que escola de arquitetura ela se encaixa? Que igreja tem uma arquitetura bíblica? Existe isso? Que estilo musical ou instrumento musical foi criado pela igreja de Jesus Cristo? E se foi, quais foram os critérios? E se não foi, é mundano? Para meditação: O que é mais mundano, tomar Coca-cola até não agüentar mais numa “comunhão entre irmãos” ou tomar um cálice de vinho nas refeições? Comer como glutões desesperados e incrédulos ou ouvir uma música que revela as belezas da criação de Deus? Na grande maioria das conversas que tenho com as pessoas, a visão de mundanismo é reduzida por uma micro ética do “não beba”, “não escute rock”, “não assista novela” etc. Nesse processo de “mundanizar” tudo, muitas vezes podemos está negamos bênçãos de Deus. Deixemos que o próprio Senhor nos oriente em Sua Palavra sobre o que deve ou não ser rejeitado.

9. A proibição com cara de espiritualidade é marca dos falsos mestre. Em 1 Timóteo 4.1ss, Paulo fala de ensinos de demônios. Esse ensino era caracterizado pela proibição do que Deus havia criado para ser recebido com ações de graça. Portanto, cuidado com proibições infundadas que imputam mundanismo em práticas não proibidas diretamente pelo Senhor em Sua Palavra. O interessante aqui é que o apelo de Paulo é dirigido à criação de Deus. Em outras palavras, esse mundo não do Diabo, é de Deus. Está afetado pelo pecado, mas é de Deus e há muito nele para ser aproveitado, ou seja, digno de ação de graça. Nas palavras de Michel Horton, “…não é necessário ‘santificar’ a arte exigindo que ela sirva aos interesses morais e religiosos da igreja. A criação é uma esfera legítima em si mesma” (O Cristão e a Cultura, p.23 – itálico nosso).

Conclusão

Cuidado ao falar em nome de Deus, onde o mesmo não se pronuncia. Em suas discussões, preze pelo que é claro nas Escrituras. Ela é a nossa prioridade. A própria Escritura apela à nossa consciência. Portanto, cuidado em denominar “demoníaco” ou “mundano” a condenação da sua própria consciência. A jurisprudência da consciência não ultrapassa os limites do indivíduo. Se ela diz que é mundano; é mundano para você. Quanto ao estilo musical, se alguém encontrar o estilo musical de Deus; digo, os estilos musicais, me avise, por favor. Enquanto isso, vou seguindo minha consciência. E você, siga a sua. Nessa questão, evitemos o julgamento (se não você não tem firme convicção) e o desprezo, caso esteja convicto na Palavra (cf. Rm. 14.3, 23).

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Pr. Rômulo Monteiro Amante da Palavra de Deus, formado no Seminário Batista do Cariri em Bacharel em Teologia, casado há 11 anos com Franciane (uma grande mulher), pai do Natanael (5 anos), Pastor da 1ª Igreja Batista Regular de Aquiraz (grande Fortaleza-CE) há 4 anos; professor do Seminário e Instituto Bíblico Maranatha (SIBIMA) há 5 anos, mestrando em Estudos Bíblicos Exegéticos no Novo Testamento pelo CPAJ (Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper, Mackenzie-SP).

Published in: on março 25, 2009 at 9:24 pm  Deixe um comentário  

VIDA DE QUALIDADE – QUESTÃO DE OBEDIÊNCIA

 

 

A quem se deve obedecer com mais precisão? A resposta é dupla ou única dependendo da situação? Veja bem. Se as instituições ou pessoas, ou famílias ou circunstâncias não ferem a nossa obrigação de obedecer a Deus, nossa obediência deve ser integral a esses organismos. Mas se há conflito e, por meio do diálogo não é possível demover os organismo do absurdo de se por como autoridade final, nossa obediência exclusiva deve ser a Deus.

Há um episódio no livro profeta Jeremias no capítulo 35 em que o povo de Deus estava desdenhando da palavra do soberano Deus para obedecer às imposições de si mesmos e dos que estavam à sua volta. Deus dá-lhes como exemplo a família dos recabitas que obedeceram por anos afio às ordens de seus ancestrais sem nunca se desviarem delas enquanto o povo de Deus desdenhava de suas ordens.

Esse episódio embora antigo é atual, pois nos chama a atenção para a questão da obediência a Deus para nosso bem e glória de Deus. Tiremos lições para nós dessa história.

 

             I.      A ORIENTAÇÃO DE DEUS A JEREMIAS QUANTO AO TESTE (vv.1-2)

A palavra que do Senhor veio a Jeremias, nos dias de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá, dizendo: Vai à casa dos recabitas, e fala com eles, e leva-os à casa do Senhor, a uma das câmaras e dá-lhes vinho a beber.

          II.      A APLICAÇÃO DA ORIENTAÇÃO POR PARTE DE JEREMIAS AOS RECABITAS (vv. 3-5)

Então tomei a Jazanias, filho de Jeremias, filho de Habazinias, e a seus irmãos, e a todos os seus filhos, e a toda a casa dos recabitas;

E os levei à casa do SENHOR, à câmara dos filhos de Hanã, filho de Jigdalias, homem de Deus, que estava junto à câmara dos príncipes, que ficava sobre a câmara de Maaséias, filho de Salum, guarda do vestíbulo; e pus diante dos filhos da casa dos recabitas taças cheias de vinho, e copos, e disse-lhes: Bebei vinho.

       III.      A REAÇÃO DOS RECABITAS AO TESTE PROPOSTO (vv. 6-11)

Porém eles disseram: Não beberemos vinho, porque Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, nos ordenou, dizendo: Nunca jamais bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos; Não edificareis casa, nem semeareis semente, nem plantareis vinha, nem a possuireis; mas habitareis em tendas todos os vossos dias, para que vivais muitos dias sobre a face da terra, em que vós andais peregrinando. Obedecemos, pois, à voz de Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou; de maneira que não bebemos vinho em todos os nossos dias, nem nós, nem nossas mulheres, nem nossos filhos, nem nossas filhas; Nem edificamos casas para nossa habitação; nem temos vinha, nem campo, nem semente. Mas habitamos em tendas, e assim obedecemos e fazemos conforme tudo quanto nos ordenou Jonadabe, nosso pai. Sucedeu, porém, que, subindo Nabucodonosor, rei de Babilônia, a esta terra, dissemos: Vinde, e vamo-nos a Jerusalém, por causa do exército dos caldeus, e por causa do exército dos sírios; e assim ficamos em Jerusalém.

       IV.      O ELOGIO DE DEUS AO POVO RECABITA (vv. 18-19)

E à casa dos recabitas disse Jeremias: Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Pois que obedecestes ao mandamento de Jonadabe, vosso pai, e guardastes todos os seus mandamentos, e fizestes conforme tudo quanto vos ordenou, Portanto assim diz o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel: Nunca faltará homem a Jonadabe, filho de Recabe, que esteja na minha presença todos os dias.

Percebamos alguns aspectos importantes nesse episódio. Deus chama o profeta Jeremias e manda que este aplique o teste aos recabitas nas dependências do templo (casa de Deus). Para que? Para que o apelo parecesse mais forte. Hoje em dia quando se usa o nome de Deus as pessoas aderem sem nem querer saber do que se trata. Deus escolheu o profeta Jeremias que era um homem respeitado pelos recabitas. Por quê? Para que o apelo se fizesse mais forte baseado na figura do profeta. Hoje em dia as pessoas aceitam ou rejeitam opiniões dependendo de quem elas venham. Ou se gostamos daquela pessoa. Ou se ela é muito popular, etc.

Mesmo diante de um cenário humanamente bem armado. Com toda pompa de religiosidade e cerimonialismo os recabitas se mostraram firmes. Não vacilaram.

A postura dos recabitas às ordens de seus ancestrais serviu de contraste entre o povo de Deus relativo às ordens que Deus dava a este.

          V.      A COMPARAÇÃO DO POVO RECABITA AO POVO DE DEUS

Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Vai, e dize aos homens de Judá e aos moradores de Jerusalém: Porventura nunca aceitareis instrução, para ouvirdes as minhas palavras? diz o SENHOR. As palavras de Jonadabe, filho de Recabe, que ordenou a seus filhos que não bebessem vinho, foram guardadas; pois não beberam até este dia, antes obedeceram o mandamento de seu pai; a mim, porém, que vos tenho falado, madrugando e falando, não me ouvistes. E vos tenho enviado todos os meus servos, os profetas, madrugando, e insistindo, e dizendo: Convertei-vos, agora, cada um do seu mau caminho, e fazei boas as vossas ações, e não sigais a outros deuses para servi-los; e assim ficareis na terra que vos dei a vós e a vossos pais; porém não inclinastes o vosso ouvido, nem me obedecestes a mim. Visto que os filhos de Jonadabe, filho de Recabe, guardaram o mandamento de seu pai que ele lhes ordenou, mas este povo não me obedeceu (O POVO DE ISRAEL).

Essa queixa não é nova. Durante toda a história o povo de Deus sempre titubeou entre dois caminhos. Veja:

Ageu 1.3-11 Veio, pois, a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, dizendo: Porventura é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta? Ora, pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o SENHOR. Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro. Por que causa? disse o SENHOR dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, enquanto cada um de vós corre à sua própria casa. Por isso retém os céus sobre vós o orvalho, e a terra detém os seus frutos. E mandei vir a seca sobre a terra, e sobre os montes, e sobre o trigo, e sobre o mosto, e sobre o azeite, e sobre o que a terra produz; como também sobre os homens, e sobre o gado, e sobre todo o trabalho das mãos.

 

Malaquias 1.6-12 O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome? Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do SENHOR é desprezível. Porque, quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; porventura terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o SENHOR dos Exércitos. Agora, pois, eu suplico, peça a Deus, que ele seja misericordioso conosco; isto veio das vossas mãos; aceitará ele a vossa pessoa? diz o SENHOR dos Exércitos. Quem há também entre vós que feche as portas por nada, e não acenda debalde o fogo do meu altar? Eu não tenho prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei oferta da vossa mão.

Mas desde o nascente do sol até ao poente é grande entre os gentios o meu nome; e em todo o lugar se oferecerá ao meu nome incenso, e uma oferta pura; porque o meu nome é grande entre os gentios, diz o SENHOR dos Exércitos. Mas vós o profanais, quando dizeis: A mesa do SENHOR é impura, e o seu produto, isto é, a sua comida é desprezível.

 

Esses episódios acima se repetem ainda hoje. Mas para tornar a questão mais atual expressemos assim:

1)      Achamos horrível uma oferta para a obra de Deus de x reais mas adquirimos, por exemplo, um celular de vezes mais aquilo que investimos na obra de Deus para missões aquilo que dizemos amar. Ou gastamos muito dinheiro naquilo que até o mais cético diria ser supérfluo.

2)      Temos no que é material a prioridade de nosso viver crendo que será a segurança das coisas terrenas que nos dará segurança-segura. Os condomínios são roubados mesmo estando trancados de grades e câmeras, etc.

3)      Somos tremendamente ocupados para vir à casa de Deus para o culto, mas arranjamos tempo para ver a novela, o jogo de futebol, o cinema, a praia e qualquer outro evento social tipo os supostos shows evangélicos.

4)      Dizemos ser a Bíblia a palavra de Deus, mas ela fica semanas e semanas empoeiradas sem que mexamos uma página sua ou misticamente aberta no salmo 91 ou no 23 como se as letras tivessem poder por si só.

5)      Temos preguiça de por nós mesmos estudar a Escritura e gasta-se (não eu) rios de dinheiro com cds de pregações de pregadores que gritam, esbofeteiam os púlpitos e repetem sempre os mesmos clichês surrados e histórias que até o diabo duvida da autenticidade delas.

Por isso muitos cristãos têm vidas falidas, pois o que é mais essencial para a verdadeira vida próspera desdenham: obediência a Deus por meio de Sua palavra para nos sujeitarem-se a senhores que escravizam e tudo isso a troco do prazer momentâneo.

 

Este é o veredicto de Deus para quem obedece obedece a bons princípios.

 

Portanto assim diz o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel: Nunca faltará homem a Jonadabe, filho de Recabe, que esteja na minha presença todos os dias (Jeremias 35.19).

Qual não será seu veredicto aos que o obedecem?

E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor (Mateus 25.21).

 

A lição maior é que se obedecemos a Deus teremos vida de qualidade e verdadeira prosperidade. Israel sofreu o exílio por setenta anos por ter desdenhamos a obediência a Deus e viveu em terra estranha vida de segunda classe.

 

 

 

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Published in: on março 24, 2009 at 2:07 pm  Deixe um comentário  

Água com estômago vazio (Interessante)

 

 

Hoje é muito popular no Japão beber água imediatamente após levantar, na parte da manhã.
Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores.
Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para idosos com doenças graves e doenças em tratamento médico, a água tem sido muito bem sucedida.

Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, corpo ferido, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

Método
de tratamento:

 1. Pela  manhã e antes de escovar os dentes, beber 4 x 160ml copos de água.
2.
Lavar e limpar a boca, mas não comer ou beber nada durante 45 minutos.
3.
Após 45 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4.
Após os 15 minutos do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.
5.
Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 4 copos de água,
 no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente a quantidade para 4 copos por dia.
6.
O método de tratamento cura doenças e outros podem desfrutar de uma vida mais saudável.

A lista que se segue apresenta o número de dias que requer tratamento para curar / controle / reduzir as principais doenças:
 

 
 1. Pressão Alta – 30 dias
   2. Gastrite – 10 dias
   
3. Diabetes – 30 dias
 
 4. Obstipação – 10 dias
 
 5. Câncer – 180 dias
 
 6. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento
 para apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.

Este método de tratamento não tem efeitos secundários.

No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente.
É melhor, se continuarmos com o tratamento, porque este procedimento funciona como uma rotina de nossas vidas.
Beber água é saudável e dá energia.

Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria. Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água potável para água quente, enquanto se come.
 Nada a perder, tudo a ganhar…!

Para quem gosta de beber água fria, esta secção aplica-se a eles.


É bom beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição,
porém, a água fria ou bebida fria solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.

Uma vez que essa ‘mistura’ reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e

é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrintestinal. Isto danificada o intestino. Muito em breve, isso vai se transformar em gordura e pode nos levar ao câncer. É melhor tomar uma sopa quente ou água quente após cada refeição.

Nota muito grave – perigoso para o coração:

As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.
Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula.
Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco. Náuseas e sudorese intensa são sintomas muito comuns.
60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem é não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo. Sejamos cuidadosos e estamos vigilantes.

Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência…

Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem,
enviá-la a pelo menos uma das pessoas que conhece, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.


** Ser um verdadeiro amigo e enviar este artigo para todos os seus amigos e conhecidos.

PROF. ROBERTO J. SANTIAGO

 

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Published in: on março 24, 2009 at 12:21 pm  Deixe um comentário  

A RELAÇÃO DO CRENTE COM A CASA DE DEUS

 

Quais devem ser as características mais marcantes no relacionamento do crente com a Casa de Deus é uma boa pergunta a ser feita para cada um de nós. A resposta apropriada para essa interrrogação encontramos fartamente no livro dos Salmos. Vamos baseado nesse abençoado livro mostrar quais são.

 

CARACTERÍSTICA 1

 

O CRENTE NÃO DEVE SER UM MERO HÓSPEDE EVENTUAL NA CASA DE DEUS.

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias (Salmo 23.6).

 A casa de Deus é a casa de nosso Pai. O filho amado sempre procura a casa do Pai por ser lugar de conforto e reservatório de amor. Se não é esse o sentimento no coração do crente em relação à casa de Deus algo está errado na fé desse crente.

Nesse salmo Davi demonstra seu desejo de estar PARA SEMPRE na casa do Pai.

 

CARACTERÍSTICA 2

 

O CRENTE DEVE ENTENDER QUE A CASA DE DEUS É LUGAR DE ABRIGO

Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo. Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me-á sobre uma rocha. Também agora a minha cabeça será exaltada sobre os meus inimigos que estão em redor de mim; por isso oferecerei sacrifício de júbilo no seu tabernáculo; cantarei, sim, cantarei louvores ao SENHOR (Salmo 27.4-6).

Quando nos vemos em dia de chuva com frio logo pensamos em nos abrigar em nossa casa e dormir com um lençol quentinho, não é? Quando com fome, uma vez ou outra é muito bom ir ao restaurante, mas a comidinha de casa é muito aconchegante para mim. Não sei se para você. Essa é minha idéia de abrigo. Um lugar que me trás conforme emocional além do físico.

Nesse salmo Davi deseja estar na casa de Deus porque nela ele encontra CONFORTO no dia da adversidade. Na casa de Deus seu ânimo seria elevado. Ele estaria abrigado pela presença de Deus.

Nesse mesmo salmo Davi diz que encontramos abrigo quando somos participantes ativos no culto a Deus (sacrifício de júbilo – cântico de louvor).

A casa de Deus tem por causa da presença de Deus o poder de nos abrigar. Confortar.

 

CARACTERÍSTICA 3

 

O CRENTE DEVE SENTIR DESEJO DE ESTAR NA CASA DE DEUS E TER SAUDADE QUANDO NÃO ESTIVER LÁ

ASSIM como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus? As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, enquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus? Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão. Fui com eles à casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava (Salmo 42.1-4).

Nesse salmo dos filhos de Coré expressam essa saudade sadia de quando não podiam estar na casa de Deus. E as boas lembranças de quando estavam nas programações da casa de Deus.

 

CARACTERÍSTICA 4

 

O CRENTE DEVE ORAR FERVOROSAMENTE PARA NUNCA SE VER VENCIDO PELOS INIMIGOS PARA NÃO ESTAR NA CASA DE DEUS

FAZE-ME justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a nação ímpia. Livra-me do homem fraudulento e injusto. Pois tu és o Deus da minha fortaleza; por que me rejeitas? Por que ando lamentando por causa da opressão do inimigo? Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte, e aos teus tabernáculos. Então irei ao altar de Deus, a Deus, que é a minha grande alegria, e com harpa te louvarei, ó Deus, Deus meu (Salmo 43.1-4).

Em todos os tempos, os povos têm dificuldades. Hoje dizemos que a vida é muito agitada, exige muito de nós e pouco tempo nos sobra. Muitos crentes faltam frequentemente às programações de sua igreja alegando falta de tempo. Então, é hora de orar a Deu pedindo com fervor que Ele dê-nos sabedoria para vencer os obstáculos.

Gostamos de citar o salmo vinte e três. Nesse salmo o salmista diz que Deus sempre nos conduz a vitória. Mas nos acomodamos em orar pedindo a Deus que nos dê a vitória para não faltar aos cultos na casa do Senhor. E levam a vida se desculpando pelo que eles deveriam fazer. Faltar aos cultos é pecado, você sabia (Hebreus 10.25)?

 

CARACTERÍSTICA 5

 

O CRENTE DEVE TER O DESEJO DE VIR A CASA DE DEUS PORQUE LÁ RECEBE ORIENTAÇÃO PARA OS EMBARGOS DA VIDA

Até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles (Salmo 73.17).

Esse salmo de Asafe é um salmo em que o irmão Asafe conta de uma grave crise que ele estava vivendo. Essa crise foi gerada porque ele estava invejando a vida dos descrentes. Estava achando que eles viviam no mar de rosas e, ele, um crente em Jeová enfrentava tribulações. A crise foi se agravando até que ele veio meditar no santuário de Deus e aí achou ESCLARECIMENTO.

É isso mesmo na casa de Deus somos orientados. Nas suas crise procure a casa de Deus. Não se amofine em casa ou fechado em si mesmo. Essa é  a receita da tragédia anunciada.

 

CARACTERÍSTICA 6

 

O CRENTE DEVE ENTENDER QUE É PRIVILEGIADO POR SER UM PARTICIPANTE NA CASA DE DEUS.

QUÃO amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! A minha alma está desejosa, e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo.

Até o pardal encontrou casa, e a andorinha ninho para si, onde ponha seus filhos, até mesmo nos teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu. Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvar-te-ão continuamente (Salmo 84.1-4).

Não é uma oportunidade qualquer não, estar na casa de Deus. É um grande privilégio estar na casa do Rei do Universo. Do Soberano Senhor do céu e da terra. Do primeiro e do último cuja presença céu e terra não é suficiente para caber.

Deus me escolheu e escolheu você para estar em sua presença. Isso nos faz BEM AVENTURADOS. O crente deve se considerar feliz e privilegiado.

Agradecer a Deus cada dia por essa INCRÍVEL oportunidade fruto de Sua graça.

 

A casa de Deus deveria ser para todo crente motivo de muita alegria. Estar nela cultuando, resolvendo negócios referentes ao reino, tomando decisões, tendo comunhão deveria ser para cada crente motivo de REGOZIJO. O sentimento deve ser o mesmo do salmista Davi: ALEGREI-ME quando me disseram: Vamos à casa do SENHOR (Salmo 122.1).

Se você tem pecado sendo negligente com a casa de Deus se arrependa de seu pecado. Se você tem sido impedido por qualquer motivo de estar na casa de Deus busque a Deus em fervente oração para que Deus mude o quadro. Olha, e Ele muda mesmo, pois HORRENDA COISA É CAIR NAS MÃOS DO DEUS VIVO. Não cruze os braços para seus inimigos. Lute com Deus e obtenha a vitória.

 

 

 

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Published in: on março 23, 2009 at 2:29 pm  Deixe um comentário  

A IGREJA E O ESTADO – OS MALEFICIOS DESSA SUTIL APROXIMAÇÃO

Para se compreender as relações entre Igreja e o Estado após a concessão de liberdade de religião por Constantino, é necessário prestar atenção aos problemas políticos enfrentados pelo imperador nesta época. A anarquia do século da revolução, que arruinou a republica romana entre 133 e 31 a.C., terminou mediante o poderoso principado criado por Augusto após destruir o exército de Antonio. Este principado, no qual o imperador como príncipe dividia o poder com o senado, mostrou-se também fraco para superrar o desafio do declínio interno e da presença dos bárbaros na fronteiras do império; ademais, a prosperidade e a paz do primeiro período do principado foram seguidas por outro século de revolução, entre 192 e 284. Em 285, Diocleciano reorganizou o império em bases mais autocráticas, tomada de empréstimo dos despotismos orientais, numa tentativa de garantir a cultura greco-romana. Como o cristianismo parecia ameaçar esta cultura, Diocleciano fez uma fracassada tentativa de destruí-lo entre 303 e 305.

CONSTANTINO E SUA ASTÚCIA
Mais astuto do que Diocleciano, Constantino, seu sucessor, compreendeu que se o Estado não podia destruir o cristianismo pela força, o melhor seria usar a Igreja (representante do cristianismo) como um aliado para salvar a cultura clássica. O processo pelo qual a Igreja e o Estado chegaram a um acordo começou quando Constantino conseguiu o controle completo do Estado. Embora oficialmente dividisse o pode com o seu co-imperador, Licínio, entre 311 e 324, ele tomou a maioria das decisões importantes do Estado.

A VISÃO QUE SUPOSTAMENTE O FEZ PROMOVER A PAZ COM A IGREJA
Constantino (c.274-337) era filho ilegítimo do líder militar Constâncio com uma bela mulher livre cristã do Oriente, de nome Helena. Numa batalha, em 313, quando parecia que os inimigos lhe venceriam, Constantino teve uma visão de uma cruz n céu, com as seguintes palavras em latim: “com este sinal, vencerás”. Tomando-as como bom presságio, ele derrotou os seus inimigos na batalha da ponte Milvia sobre o rio Tibre. Embora a visão possa ter ocorrido, é evidente que o favorecimento da Igreja por Constantino foi um expediente seu. A Igreja poderia servir como um novo centro e unidade e salvar a cultura clássica do império. O fato de ter protelado o seu batismo até pouco antes de morrer e de manter a posição de Pontifex Maximus, sacerdote da religião pagã do Estado, parecem apoiar esta idéia. Ademais, a execução por ele ordenada de um jovem que poderia reivindicar o seu trono, não condiz com a conduta de um cristão sincero. Talvez tenha sido tudo uma mistura de superstição e sagacidade de governo. Correta ou não essa interpretação de sua intenções, o fato é que Constantino inaugurou uma política de favorecimento da Igreja Cristã. Em 313. Ele e Licínio garantiram-lhe a liberdade de culto pelo Edito de Milão.

BENEFÍCIOS À IGREJA
Nos anos seguintes, Constantino promulgou outros editos, que tornavam possíveis a recuperação das propriedades confiscadas, o subsídio da Igreja pelo estado, a isenção ao clero do serviço público, a proibição das adivinhações e a separação do “Dia do Sol” (domingo) como um dia de descanso e culto. Ele tomou uma posição teológica no Concílio de Nicéia, 325, quando arbitrou a controvérsia ariana. Apesar de o número de cristãos não ultrapassar a um décimo da população do Império nesta época, eles exerceram uma influência no Estado bem maior do que se podia esperar pela quantidade de membros que possuía.

OS FILHOS DE CONSTANTINO E A POLÍTICA DE FAVORECIMENTO
Os filhos de Constantino continuaram sua política de favorecimento da Igreja, levando-a mais adiante ao colocarem o paganismo na defensiva com editos que proibiam os sacrifícios pagãos e a freqüência aos templos pagãos.

OS REIS SEGUINTES
Os reis seguintes continuaram a prática de assegurar privilégios à Igreja até que o cristianismo se tornasse afinal a religião oficial. O imperador Graciano renunciou ao título de Pontifex Maximus. Teodósio promulgou em 380 um edito tornando o cristianismo a religião exclusiva do Estado. Em 392, o Edito de Constantinopla estabeleceu a proibição do paganismo. E em 529, Justiniano desferiu o golpe de misericórdia sobre o paganismo, quando determinou o fechamento da escola de filosofia de Atenas.

REVENDO OS CAMINHOS DA TRANSFORMAÇÃO DO CRISTIANISMO
Revendo os caminhos da transformação do cristianismo, de seita de poucos seguidores em religião oficial do poderoso Império Romano, pode-se concluir que, com a vantagem da perspectiva do tempo, essa vitoriosa marcha foi prejudicial à Igreja. É verdade que o cristianismo elevou o nível moral da sociedade ao ponto de a dignidade da mulher ser conhecida na sociedade, os espetáculos de gladiadores serem abolidos, os escravos receberam melhor tratamento, a legislação romana tornar-se mais justa e o avanço da obra missionária ter aumentado.

A igreja percebeu entretanto, que embora uma associação com o Estado lhe trouxesse benefícios, isto lhe traria também muitas desvantagens. O governo, em troca dos privilégios, da proteção e de ajuda que oferecia, achava-se no direito de interferir em assuntos espirituais e teológicos.

Infelizmente a Igreja ganhou em poder mas se tornou uma arrogante perseguidora do paganismo do mesmo modo que as autoridades religiosas pagãs tinham agido em relação aos cristãos. Parece que no balanço final, a aproximação entre Igreja e Estado trouxe mais malefícios do que bênçãos à Igreja Cristã.

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Cristã, capítulo 11.

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Published in: on março 22, 2009 at 7:57 pm  Deixe um comentário  

12/03/2009 – 08h35

Igreja Renascer monta ringue de vale-tudo em templo para atrair mais jovens a culto em SP

APU GOMES

repórter-fotográfico da Folha de S.Paulo
DANIEL BERGAMASCO
da Folha de S.Paulo

Dois, três, quatro rounds e, com o perdedor estirado na lona, o pastor Mazola encerra a primeira série de lutas e anuncia o início do culto. É 1h da madrugada de sábado e o templo da Igreja Renascer em Cristo em Alphaville, na Grande São Paulo, abriga seu primeiro campeonato de vale-tudo, esporte de combate que mescla modalidades como boxe e caratê. “Queremos atrair mais jovens”, conta o bispo Leandro Miglioli, 33, de jeans e camiseta polo. Sem álcool e cigarro, mas com a pancadaria tradicional do esporte, o festival reuniu frequentadores de academias da região para se enfrentarem no ringue colado ao altar. O público (bermuda, chinelo, tatuagem) vibrava.

 

O locutor do embate ficava no palco onde os pastores fazem as pregações. Na pausa para louvor no mesmo local, o pastor Mazola (cabeça raspada e camiseta regata de lutador) contou que já foi usuário de drogas e convocou os presentes a se converterem. “Cerca de 60 jovens entregaram a vida para Jesus”, diz Miglioli, que cadastrou nomes e telefones dos convertidos.

Culto encerrado, a luta continua -até depois das 3h30, cinco horas após começar. Satisfeita, a igreja fará outro campeonato neste ano. “Um ringue ao lado do altar é inusitado, mas não extraordinário entre evangélicos”, diz a antropóloga Clara Mafra, pesquisadora da religião. “Nos anos 1940, eles introduziram no Brasil guitarras em cultos. Nos anos 1950, a Assembleia de Deus fez concursos de miss entre as irmãs e não deu certo. A junção de sagrado e mundano causa estranheza, que pode ser ruim ou ter apelo como bom marketing religioso.”

Jiu-jitsu

Duas vezes por semana, o mesmo templo da Renascer fica aberto para treinos de jiu-jitsu. “Quem vem aprende esporte e larga os vícios do mundão”, diz Emerson Silva, 27, que se diz cético sobre as polêmicas envolvendo a igreja (prisão dos líderes por sonegação e críticas pela queda do teto de um templo que deixou nove mortos). As lutas acontecem no fundo da igreja, após os cultos. “O primeiro foco é Deus, mas o esporte ajuda os jovens”, diz Filipe Farias, 18, frequentador também da igreja Bola de Neve, que adota sintonia com esporte –no caso, uma prancha de surfe sobre o púlpito.

 

 

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Published in: on março 22, 2009 at 2:02 am  Deixe um comentário  

UM GRANDE PERIGO – CONTINUAÇÃO

Apesar dos problemas externos, criados pela perseguição pelo Estado, e da ameaça de dissensão e divisão por causa da heresia, a Igreja a tudo superou com galhardia. Sua estreita associação com o Estado romano no período compreendido entre 313 e 590 causou-lhe mais problemas do que a perseguição.

 

 

 

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Cristã, capitulo 10.

 

 

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Published in: on março 22, 2009 at 1:12 am  Deixe um comentário  

A ORIGEM DO PAPADO – CONTINUAÇÃO

O bispo monárquico era uma espécie de garantia da unidade na constituição da Igreja.
Necessidades práticas e teóricas levaram à exaltação da posição do bispo em cada igreja, chegando ao ponto de as pessoas o virem e o reconhecerem como superior aos outros presbíteros os quais seu ofício fora relacionado em tempo do Novo Testamento.
A necessidade de uma liderança para enfrentar os problemas da perseguição e da heresia foi uma necessidade prática que acabou por ditar o aumento do poder do bispo. O desenvolvimento da doutrina da sucessão apostólica e a crescente exaltação da Ceia do Senhor foram fatores fundamentais neste aumento de poder. Foi mais um pequeno passo para o reconhecimento de que os bispos monárquicos de algumas igrejas eram superiores aos outros. A elevação do bispo monárquico em meados do segundo século originou o reconhecimento da honra especial devida ao bispo monárquico da igreja em Roma.

Muitas outras circunstâncias aumentaram ainda mais o prestígio do bispo de Roma. O argumento inicial mais importante, apresentado desde cedo na história da Igreja, foi o de que Cristo deu a Pedro, presumivelmente o primeiro bispo de Roma, uma posição de primazia entre os apóstolos em função da sua suposta designação de Pedro como rocha sobre a qual edificaria a Sua Igreja (Mateus 16.18). Segundo Mateus 16.19, Cristo deu Pedro as chaves do reino dos céus e depois o comissionou especialmente para apascentar seu rebanho (João 21.15-19). Deve se ter em mente que, na narrativa de Mateus, Cristo usava duas palavras para rocha, não se especificando se a roca sobre a qual disse que edificaria a Sua Igreja era Pedro. Cristo chamou Pedro de petros ou pedra, ma Ele estava falando da rocha sobre a qual edificaria a Sua Igreja como petra, um rocha. A palavra “pedra”, aplicada a Pedro, é de gênero masculino, mas a palavra “rocha”, sobre a qual Cristo disse que edificaria Sua Igreja é feminino. Há boa razão para se crer que a interpretação correta é que Cristo estava, com a palavra “rocha”, se referindo à confissão petrina de Jesus como sendo “o Cristo, o filho do Deus vivo”.

Deve-se lembrar ainda que Cristo disse que Pedro o abandonaria na crise do jardim, que Satanás o derrotaria (Lucas 22.31-32) e que Cristo teve que exortá-lo a cuidar do seu rebanho após a ressurreição e até de perdoá-lo por O ter traído. Acrescente-se, ademais, que os poderes semelhantes aos mencionados em conexão com Pedro em Mateus 16.19 foram também conferidos aos outros apóstolos (João 20.19-23). Mesmo Pedro em sua primeira carta deixa cristalinamente claro que, não Ele, mas o Cristo era o fundamento da Igreja (1Pedro 2.6-8). Paulo não concebia Pedro como tendo posição de superioridade, tanto que não hesitou em repreendê-lo quando este contemporizou e cooperou com os judaizantes na galácia.

Apesar destes fatos, a igreja romana insiste desde tempos antigos que Cristo deu a Pedro um lugar especial de primeiro bispo de Roma e de líder dos apóstolos. Cipriano contribui muito para a sedimentação desta idéia ao afirmar a superioridade da sé romana sobre os outros lugares eclesiásticos de autoridade.

Maior prestígio adviria ao bispo romano por Roma estar ligada a muitas tradições apostólicas. Pedro e Paulo sofreram em Roma o martírio por causa de sua fé. Como os dois eram os líderes principais da igreja primitiva, não é de se admirar que a igreja e o bispo de Roma tivessem um prestígio maior. A igreja em Roma fora o centro da primitiva perseguição pelo estado romano movida por Nero em 64. A mais longa e talvez a mais importante das epístolas de Paulo foi dirigida a esta igreja. Das igrejas cristãs, ela era, por volta do ano 100 uma das maiores e uma das mais ricas. O prestígio histórico de Roma como a capital do império levou a uma natural elevação da posição da igreja da capital. Tinha ela a reputação por sua firme ortodoxia na luta contra a heresia e as divisões. Clemente, um dos primeiros líderes da Igreja, não escreveu à Igreja em Corinto para exortá-la a uma unidade centralizada na pessoa do bispo? Muitos Pais da Igreja ocidental, como Clemente, Inácio, Irineu e Cipriano destacaram a importância da posição do bispo e, no caso de Cipriano, do bispo de Roma. Embora todos os bispos fossem iguais, honra especial deveria ser dada ao bispo romano encarregado da cadeira de São Pedro. Embora todos os bispos estivessem em uma linha de sucessão apostólica dos bispos desde o próprio Cristo, Roma merecia honra especial, porque, cria-se, seu bispo continuava a linha sucessória desde Pedro.

Recorde-se que alguns dos cinco bispos mais importantes da Igreja perderam seu cetro de autoridade por várias razões. A partir de 135, quando a destruição de Jerusalém pelos romanos, o bispo de Jerusalém deixou de ser contado como um rival do bispo de Roma.
O bispo de Éfeso perdeu prestígio quando a Ásia foi sacudida pelo cisma montanista do segundo século e quando o bispo de Roma, ao findar do século, excomungou o bispo de Éfeso e as igrejas da Ásia.

Ao final do período, três coisas sobre a igreja católica antiga tinha se tornado claras realidades. Foi a aceita a doutrina da sucessão apostólica, que relacionava todos os bispos a uma ininterrupta ligação com Cristo através dos apóstolos; em cada igreja um bispo se elevava assim dos presbíteros como bispo monárquico. O bispo romano passou a ser reconhecido como o primeiro entre os iguais devido a importância do peso da tradição relacionada a sua cadeira. Esta primazia foi depois desenvolvida para uma supremacia do bispo romano como PAPA da igreja. Sucessão apostólica na hierarquia, como uma garantia contra o cisma e para promover unidade, foi desenvolvida por Clemente, Inácio e Irineu. A hierarquia conforme Inácio e Irineu, seria a melhor defesa contra a heresia e promoveria a verdadeira doutrina.

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Cristã, capítulo 10.

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Published in: on março 22, 2009 at 12:57 am  Deixe um comentário