PARA CASADOS VER

 

 

Sou casado há vinte. Todos os que somos casados sabemos que a união entre duas pessoas estranhas é difícil. Ninguém queira me dizer que o tempo de namoro é suficiente para conhecer a pessoa amada suficientemente bem para dizer casei-me com um santo ou ele era alguém sem jeito. Depois que nascem os filhos, o relacionamento, antes concentrado em uma só pessoa passa a dividir seu foco para as crias amadas. Portanto, no mundo em que nós vivemos há sempre conflitos de relacionamentos entre pessoas e, com o casamento não é diferente.

 

Nesses vinte anos de casado enfrentei crise de interesses eu e minha amada esposa. Afinal, estávamos e estamos aprendendo um com o outro. Porém, nossas crises quando resolvidas ao modo de Deus só fazia mesmo nos fortalecer, por isso já se vão vinte anos, posso dizer de “alegria mútua”. A chegada dos filhos nos deu a oportunidade de dar mais uma dobra na corda de duas que já nos unia.

 

Entretanto falando assim você pode querer pensar que sou de uma espécie de gente diferente de você e das demais. Não é verdade. Olhe o que eu disse acima. Quando eu e minha amada nos voltamos para os modos de Deus para resolver nossas crises fomos realmente vitoriosos. Então de quem é o mérito? Obvio que é de DEUS.

 

Aí então me volto para o primeiro livro da Bíblia, o Gênesis para justificar que quando vivemos debaixo dos ensinos de Deus casamento, amizade, relação de trabalho, criação de filhos e outros relacionamentos serão abençoados. Como assim? Bem, vamos para o capítulo dois do livro de Gênesis.

 

O capitulo dois começa dando um relatório de prestação de contas de Deus para Deus mesmo.

 

Gênesis 2.1-4

ASSIM os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o SENHOR Deus fez a terra e os céus.

 

Isso quer dizer, nada mais precisaria ser feito nem remendado. Tudo fora criado suficientemente bom para funcionar sem defeitos. Havia leis que assegurava a boa funcionalidade de cada item da criação, incluindo o relacionamento do homem com seu semelhante e seu meio.

 

Foi nesse ambiente de perfeição que foi celebrado o primeiro casamento. Duas criaturas sintonizadas com a vontade de Deus vivendo perfeitamente bem. Vamos reler o texto. É saudável para nosso entendimento.

 

Gênesis 2.18-25

E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea. Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.

 

Esse texto nos ensina que o homem e a mulher se completam. O casamento é mais que uma instituição divina é uma CRIAÇÃO divina. Depois de casado homem e mulher viviam também que não havia VERGONHA entre eles. E por que era assim? Simples. Homem e mulher viviam sob as orientações de Deus. Que ordem havia para o homem e a mulher obedecer? Haviam várias, mas a crucial era: E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás (Gênesis 2.15-17).

 

A obediência a Deus assegurava a harmonia entre os dois e seu meio. A palavra MORRER no versículo dezessete pode ser entendido como estado de morte. Veja bem. Uma pessoa morrendo está se degenerando. Cada órgão que morre está comprometendo o outro. Era isso o que aconteceria com o homem e a mulher caso desobedecessem a Deus. Viveria em estado de morte até que finalmente morressem. Esse estado de morte se refletido em muitas áreas, mas como aqui estamos nos limitando ao casamento, o estado de morte prejudica o casamento.

 

É por isso que hoje os conflitos de relacionamento e interesse se avolumam até ao ponto de fazer famílias destruídas, filhos tristes e homem e mulher desacreditarem da abençoada IDÉIA divina, o casamento.

 

Onde está o problema? Em nós que não observamos as leis de Deus que servirão para nosso bem-estar sempre, incluindo o casamento. Perceba bem. A árvore do conhecimento do bem e do mal era literal e representava o limite de Deus ao homem. Ao transpô-lo o homem sofreria as conseqüências.

 

Permita-me explicar. Uma tomada de energia tem dois orifícios. Isso significa que devo ligar apenas um aparelho a ela. Mas nós inventamos o “T” e ligamos outros aparelhos na tomada. E depois pomos outro “T” e ligamos mais e mais. Resultado é que há uma sobrecarga e uma durabilidade menor dos aparelhos porque funcionam de modo errado.

 

Pois, bem, o homem foi criado para obedecer a Deus. Quando ele não o faz sofre os prejuízos de sua escolha. Deus é o dono do mundo. Como dono Ele estabeleceu leis para seu funcionamento. Essas leis são interligadas. Quebrar uma implica em prejuízo para as outras. O homem tinha que aprender isso para seu bem. Enquanto entendeu viveu bem.

 

Agora ponhamos a árvore da vida e do conhecimento do bem e do mal lado a lado.

Tratar com cortesia a esposa gera bons frutos. Tratá-la com descortesia frutos de morte para ela e para si. Amar os filhos, discipliná-los na proporção certa. Fazê-los entender que devem respeito a mãe e pai. Ensinar para eles a Bíblia e os bons costumes é árvore da vida. Se descuidar de tudo isso fruto de morte.

 

Entender que devo amar minha esposa, viver para ela. Tirar os olhos de outra mulher. E no caso dela de outro homem. Investir para que se eu quero uma mulher bonita eu possa dá a ela as condições para isso é árvore de vida. O contrário é fruto de morte.

 

Conversar sobre os problemas que tem afetado o relacionamento no casamento e buscar um acordo de paz é árvore de vida. Brigar, principalmente na frente dos filhos, vingança, ressentimento, desrespeito para com os limites do outro e fruto de morte.

 

Quando vamos no correr de nosso casamento não investindo nele estamos plantando uma árvore de morte bem em cima dele. Ele vai morrer. Amor precisa ser cultivado como uma flor. Perder o romantismo é atirar combustível sobre o casamento e risca uma fagulha nele. Ele vai ficar carbonizado. Irreconhecível.

 

Há plantas que existem hoje decorrente de enxertos com outra e acaba sendo uma boa invenção. Mas NUNCA, NUNCA se poderá enxerta fruto de árvore de morte a frutos de árvore de vida. Dito em palavras diferente: NUNCA,NUNCA poderemos ter um casamento vitorioso e feliz em decorrência das vitórias se não o balizamos pelos ensinos da Palavra de Deus. Se transpomos os limites que Deus estabeleceu. Se não cultivamos em nossos relacionamentos os frutos vindo da árvore de Deus.

 

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Published in: on março 7, 2009 at 5:19 pm  Deixe um comentário  

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