FUNDAMENTOS PARA UMA VIDA CONJUGAL PRÓSPERA

Os alicerces de uma casa varia de profundidade dependendo do lugar de 0,40 centímetros a um 1,00 metro. Já o alicerce de um prédio vai muito mais além dessas medidas. É preciso tirar a capa de areia. Depois continuar cavando até chegar um pouco mais profundo por cerca de três a quatro metros de profundidade e depois fincar as colunas batendo com um bate-estacas até que este não consiga mais aprofundar.

Pois, bem. A vida conjugal se assemelha muito mais ao processo de alicerçar um prédio do que uma casa. São os fundamentos que fazem um casamento feliz e forte.

Quais são esses fundamentos? Qual a importância de cada um deles para nós é o propósito dessa serie de sermões.

 

O primeiro fundamento é:

                                          I.                       O TRABALHO (Gênesis 2.7-9,15)

O trabalho foi a primeira instituição que Deus criou para o homem. Isto quer dizer que para manter sua vida o homem tinha que desenvolver uma atividade que rendesse a ele lucros.

No livro de Gênesis ficamos sabendo que Deus pôs a natureza a serviço do homem. Ela por si só lhe forneceria alimento, sombra e até moradia (cério que Adão não morava no relento), mas Deus disse que o homem deveria dominar a natureza. Isto é, ele não podia ficar de braços cruzados (Gênesis 2.5-15).

Aqui cabe uma pergunta apropriada já que estamos falando dos fundamentos para uma vida conjugal próspera: QUEM DEVE TRABALHAR, O HOMEM OU A MULHER?

A principio a ordem divina foi o homem trabalhar tendo a mulher como auxiliadora. O que significava isso podemos apenas deduzir. Acho que o homem dava à sua mulher atividades condizentes com sua condição feminina e constituição física (Gênesis 2.15 comparar com Gênesis 2.18). O homem na qualidade de líder deveria coordenar a atividade feminina.

Mas a liderança masculina não é conquistada por imposição. Ele precisa conquistar a confiança de seu cônjuge. Por isso que em dias atuais o homem e a mulher devem conversar sobre a possibilidade de a mulher trabalhar fora ou não. Mas se o consenso for de a mulher não trabalhar fora ela não deve se considerar um zero a esquerda. A Bíblia oferece os vários lados da questão. Veja

a)                Provérbios 31 fala de uma mulher que o marido trabalhava fora e ela não, mas que ela e ele tinham plena autonomia sobre os negócios da família. Pode-se verificar que havia acordo entre os dois.

b)               Atos 18.1-4 é apresentado um casal em que os dois eram da mesma profissão e trabalhavam juntos além de serem missionários intinerantes.

c)                Atos 16.11-15 apresenta Lídia que era vendedora de tecido e que tinha família.

Ainda que fosse numa sociedade como a de Israel (agropastoril) ou a sociedade Grega (moderna baseada no comércio e na mão-de-obra escrava e espoliação de vassalos) devia ainda se manter a hierarquia divina: o homem devia liderar.

Provérbios 31 nos mostra como um homem e uma mulher sábios devem agir e contaria o critério do “isso é meu e isso é teu” (isso ocorre quando marido e esposa resolve que o dinheiro que ganham não é da casa, mas de cada um).

O trabalho do homem e da mulher tem o propósito de proporcionar suprimentos para aquilo que primeiramente é básico: alimentação, vestuário, saúde, moradia. O restante vai depender de como o casal tiver administrado bem o ganho obtendo em tempo apropriado o que lhe for necessário. Atropelar as prioridades vai trazer sérios problemas para o casal recém casado ou já de antiga vivência.

Os estudiosos da relação conjugal apontam como maior causa de separação e frustração no casamento os problemas financeiros oriundo da falta de prioridade no uso das finanças.

A Palavra de Deus em sua sabedoria condena os gastos supérfluos. Veja bem:

1.                O excessivo gasto das mulheres com sua aparência exterior (1 Pedro 3,1-6);

2.                O desperdício dos recursos financeiros (Provérbios 21.17; 23.20-21);

3.                A mesquinhez (Provérbios 11.24);

4.                Falta de prioridade em geral (Isaías 55.2).

A falta de prioridade no uso das finanças é um fator que causa problemas ao casal em todas as suas dimensões. Um casamento abençoado é aquele em que Deus e Sua palavra regem a rotina do casal. Quando o casal ignora os princípios de investimento na obra de Deus achando que “reter” mais do que é necessário será a sua segurança aquela casa não vai contar com a bênção de Deus e vai viver um ciclo vicioso de “obtenho” mas nunca me satisfaço (Ageu 1.1-11; Malaquias 3.8-18; Salmos 127.1-2).

Conclusão:

Podemos concluir dizendo que o trabalho é apenas um meio que Deus mesmo determinou para termos uma vida conjugal próspera. A segurança de vida está em Deus. Não devemos desprezar o trabalho nem achar que ele é a fonte de nossa segurança. A não observação dos ensinos de Deus sobre o trabalho vai trazer muitas dores ao casal (Mateus 6.25-34).

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Published in: on abril 6, 2009 at 1:09 pm  Deixe um comentário  

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