A DROGA TORNOU A VIDA DE JARDEL UMA DROGA

“A cocaína destruiu o meu lar”
Um dos maiores artilheiros da história do futebol europeu, o brasileiro Jardel conta como superou o vício em álcool e drogas

Por Rodrigo Cardoso

Este ano, o jornal A Bola, tradicional diário esportivo de Portugal, quis saber da imprensa especializada e dos leitores quem foi o melhor estrangeiro de todos os tempos a pisar nos campos lusos. O vencedor foi o centroavante Mário Jardel Almeida Ribeiro, o brasileiro Jardel, conhecido lá como Super Mário. Não pela estatura (1,88 metro), mas por ter anotado 186 gols em 186 jogos naquele país. Jardel despontou para o futebol no Vasco da Gama, conquistou títulos no Grêmio e fez fama em Portugal, no Porto e no Sporting, principalmente. Lá, ganhou cinco troféus Bola de Prata de maior artilheiro do campeonato português e duas Chuteiras de Ouro (maior artilheiro da Europa). Era um fenômeno dentro da área, especialista em gols de cabeça. A Copa do Mundo parecia ser um caminho natural, mas ele foi preterido por Felipão, em 2002, quando o Brasil conquistou o penta. Ele, que na época já não conseguia vencer a dependência de álcool e cocaína, afundou de vez.

Terminou o casamento, se afastou dos filhos e passava noites em claro cercado de mulheres, bebida e drogas. Hoje, aos 35 anos, deitado em uma rede na sua casa em Fortaleza, Jardel contou à ISTOÉ por que se considera recuperado do vício há cerca de um ano e meio. Como Ronaldo, que acaba de conquistar um título no retorno ao futebol brasileiro, procura um clube que lhe dê a chance de se superar dentro de campo – como fez na vida pessoal.

ISTOÉ – A história de superação do Ronaldo tem semelhança com a sua perseverança para continuar jogando depois de se livrar da dependência de cocaína?
Jardel – Sim, no sentido que, se a gente tiver fé e for atrás, vence qualquer adversário. Estou feliz por Ronaldo ter voltado a jogar e, principalmente, estar se sentindo bem nessa nova fase. É exatamente o que está acontecendo comigo. Os altos e baixos são comuns, principalmente na carreira de um jogador. Comigo, a tristeza e a depressão fizeram com que eu me deixasse levar por gente com energia negativa. E acabei fazendo coisas que não deveria. Mas o mais importante é perceber o que você fez de errado e demonstrar que pode dar a volta por cima. Por isso, o Ronaldo está de parabéns e estou feliz por ele.

ISTOÉ – O que você procurava no álcool e na cocaína?
Jardel – Eu me tornava um cara confiante. Fico pensando por quê. Mas não sei, não sabia… Por que eu fiz isso? Por que buscava isso? Eu sentia um vazio. E algumas amizades o levam para o mau caminho. Também, depois de dez, 12 anos jogando futebol no auge, como titular, não aceitava ficar no banco. Aí, ficava chateado e usava drogas e bebia. E depois que passava o efeito delas, batia aquela angústia, solidão, tristeza, tudo junto. E consumia mais para sair desse estado. E continuava e continuava. Era uma bola de neve.

ISTOÉ – Quando você experimentou cocaína pela primeira vez?
Jardel – Foi em 1999. Eu jogava no Futebol Clube do Porto, de Portugal, mas experimentei por curiosidade em uma festa no Brasil. A cocaína destruiu o meu lar, a minha família. A rotina em casa passou a ser de brigas.

Ficava alterado, não cumpria as obrigações como pai. Meus filhos (Jardel Filho, 12 anos, e Victoria, 10, do casamento com a ex-mulher Karen Ribeiro Matzenbacher) sentiam falta do pai. Eu errei com eles. Meus filhos ficaram sabendo no colégio que as pessoas falavam que o pai deles era drogado. Às vezes, eu acordava bom e pensava: “O que estou fazendo na minha vida?” Eu tinha consciência de que eu saía dos trilhos, saía com outras mulheres. Hoje, não tenho muito contato com a Karen.

ISTOÉ – E seus filhos com a Karen, você mantém contato?
Jardel – Eles moram em Portugal com ela. Logo, logo vou para lá, vou vê-los. Não os vejo há oito meses e estou com saudades. Falamos por telefone, dizem que sentem saudade, eu pergunto como andam no colégio. Enfim, conversa de pai babão. Acabei de ser pai novamente (com a atual mulher, Tatiana Bezerra, 23 anos). A Tainá tem dois meses. A gente tem babá, mas, às vezes, ajudo também.

ISTOÉ – Você já consumiu drogas antes de alguma partida?
Jardel – Nunca usei cocaína em competição. Nunca! Nunca joguei dopado por ter cheirado. Nunca! Sempre consumia nas férias, para curtir, em Fortaleza.

ISTOÉ – Você fez terapia?
Jardel – Passei por um psiquiatra. Durante um mês eu conversei com o médico. Tirava algumas dúvidas sobre o porquê de acontecer isso comigo, mas quem ajuda mesmo é a própria pessoa. Não tem esse negócio de ajuda de clínica ou de médico. É a pessoa que tem de bater o pé e pronto.

ISTOÉ – O Adriano, ex-jogador da Inter, de Milão, recusou um tratamento psicológico. Ele largou o futebol na Itália para ficar mais perto da favela onde nasceu, no Rio de Janeiro. Como vê essa decisão dele?
Jardel – Só o Adriano deve saber o que estava sentindo quando tomou a decisão. Foi carência de alguma coisa. Vejo como uma fuga.

ISTOÉ – A atitude mais correta é parar e colocar a cabeça em ordem?
Jardel – Treinar e ir para o jogo é também uma terapia. Procurar um terapeuta ou não, depende de como a pessoa acha que pode resolver o seu problema fora do campo. Estou torcendo para que o Adriano dê a volta por cima, faça como o Ronaldo.

ISTOÉ – Alguém da sua família teve histórico de consumo de álcool ou alguma outra droga?
Jardel – A bebida era um mal de família. Meu pai e minha mãe bebiam.

ISTOÉ – Seu corpo dava sinais de que você deveria parar de vez?
Jardel – Claro! Quando acordava mal, com depressão, era meu organismo que estava destruído. Eu pedi muito a Deus para ele me dar forças, luz, para eu conseguir reagir. Pegava a Bíblia, ajoelhava, orava e chorava. Não virei evangélico. Vou à igreja uma vez ou outra. Tenho minha fé pessoal.

ISTOÉ – Como adquiria a cocaína?
Jardel – Tinha gente que levava até mim. O cara tinha o meu telefone, eu tinha um ou dois dele. Em Portugal, eu consumia em casa noturna.

ISTOÉ – Gastou muito com farra?
Jardel – Sim. Com festas, noite, mulheres. Cheguei a gastar R$ 2 mil por noite. Com drogas, não, porque ou usava pouco ou me davam.

ISTOÉ – Qual foi sua maior extravagância?
Jardel – Certa vez, fiquei oito dias acordado depois de uma farra com mulheres, bebidas, cocaína, em Fortaleza. Já estava separado e, nessa época, todo dia era uma mulher diferente.

ISTOÉ – Há quanto tempo você se considera um ex-viciado em cocaína?
Jardel – Há mais ou menos um ano e meio decidi que não queria mais. Foi força de vontade. Fui me afastando dos diabinhos na minha vida.

ISTOÉ – O Casagrande internou-se para tratar do vício em drogas e está voltando a ser comentarista esportivo.
Jardel – Não dá para pensar que se livra facilmente da cocaína. É uma luta diária, que não acaba nunca. Eu conheço o Casagrande. Ele é uma boa pessoa.

ISTOÉ – A tentação ainda o cerca?
Jardel – Sim. O diabo manda seus mensageiros para me atiçar. Você tem de ser forte. Ainda tem gente que aparece e diz: “Quer um pozinho? Dar uma cheiradinha?” Já solto logo um palavrão, o bicho pega para quem se atreve. E só bebo socialmente.

ISTOÉ – Em 2002, você tinha muita chance de ser convocado para a Copa do Mundo. Não ter sido o deixou mais deprimido?
Jardel – Eu fiquei péssimo, péssimo por não ter sido convocado pelo Felipão para a Copa de 2002. Mesmo assim, torci por ele e pelo Brasil.

ISTOÉ – Mas esse fato contribuiu para o seu vício? Jardel – Sim, com certeza contribuiu. Porque fiquei mais deprimido, triste.

ISTOÉ – Como nasceu essa depressão?
Jardel – Foi um pacote de coisas ruins. O meu processo de separação, a minha não convocação para a Copa e o fato de eu jogar pouco no Bolton (time inglês que ele defendeu em 2003).

 FONTE: REVISTA ISTO É INDEPENDENTE

COMENTÁRIO:

A história de Jardel mostra que a droga só destrói. Não há um bem sequer que venha dessa droga!Pergunto como é que as autoridades mundiais pensam em liberar o uso de drogas. Acho que eles na lêem matérias como essas.

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Published in: on maio 9, 2009 at 6:25 pm  Comments (1)  

ENQUETE DA VIDA REAL

O Grande Lance

O Grande Lance

Você pai e mãe na sinceridade de seu coração deixaria seu filho ou filha se espelhar no jogador Adriano para incentivá-lo a ser um profissional de garra, de uma só palavra, guerreiro, que deixa um bom exemplo a ser seguido?

 ( ) SIM

( ) NÃO

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Published in: on maio 8, 2009 at 3:37 pm  Deixe um comentário  

Estado parental – Risco Iminente às Famílias

 
Rubem Amorese
SEM DISCIPLINA, PERDIDO

SEM DISCIPLINA, PERDIDO

Vivemos a era dos especialistas. Com o crescimento do conhecimento, desapareceram aqueles sábios que dominavam todo o conhecimento. A ciência se multiplicou e os especialistas se aprofundam em fragmentos. Acho que não pode ser diferente. Não é possível saber tudo no mundo pós-moderno.

Quando algum problema foge ao nosso conhecimento, recorremos aos especialistas. Porém, quando estes chegam ao poder, tendem a querer gerir a coisa pública a partir de sua área de concentração. É o caso dos nossos ministros de estado — do nosso governo, em geral. Muitos não resistem à tentação de impor sua perspectiva à sociedade, tentando recriá-la à sua imagem.

Na revista “Cristianismo Hoje” (edição 8, ano II, p. 10) lê-se que o pastor americano Barry Barnett Jr. pode ser preso por dar duas palmadas em seu filho de 12 anos. Ele foi denunciado por assistentes sociais da escola do garoto, apesar dos protestos do próprio menino, que confessava ter desobedecido ao pai. Pai de outros oito filhos, Barry só foi liberado após pagar fiança de 10 mil dólares e está sendo processado por abuso físico contra menor. Pode pegar até três anos de cadeia e, como medida liminar, está impedido de impor qualquer disciplina aos filhos.

No dia da audiência, uma de suas filhas, de 21 anos, ficou do lado de fora do tribunal, com um cartaz que dizia: “Obrigada, papai, por me disciplinar”.

Pobre Barry! Encontrou especialistas pela frente, numa área que supunha conhecer bem: a criação de filhos. Bateu de frente com alguém que “sabe como ele deve educar uma criança”. Aliás, tenho a impressão de que temos muitos desses por estas bandas. Gente que é capaz de, por exemplo, dizer ao governo da Itália que eles não sabem distinguir entre um assassino e um ativista político.

Temos visto reportagens sobre jovens que jogam álcool e ateiam fogo em índios e mendigos; matam crianças a golpes de caratê; abatem a tiros professores em sala de aula. O interessante é que a maioria deles são jovens de classe média — eu ousaria dizer, filhos de especialistas.

Tornou-se lugar-comum perguntar, nesses momentos, pela família. Como que a dizer que toda essa loucura, sem causa aparente, só pode ser falta de família.

Acho que a pergunta faz sentido. Sem uma família estruturada, a mocidade sofre da síndrome do escorpião: quando a esperança se vai, resta-lhe dar picadas mortais em quem está à sua volta e depois em si mesma. “É a vida.”

Eu gostaria de saber como são as famílias daqueles assistentes sociais que denunciaram o pastor Barnett. Melhor, eu gostaria de saber como são as finanças pessoais dos nossos ministros da área econômica, ou como são as relações familiares dos nossos psicólogos e sociólogos de plantão. Eu gostaria de saber como é, como pai, o nosso presidente.

Quando não nos deixarem mais educar nossos filhos de acordo com a Palavra de Deus, estarão gestando uma horda de delinquentes. Os nossos filhos acabarão por se parecer com os deles, apesar de sabermos que “a vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe” (Pv 29.15).

Rubem Amorese é consultor legislativo no Senado Federal e presbítero na Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília. É autor de, entre outros, Louvor, Adoração e Liturgia e Fábrica de Missionários.
ruben@amorese.com.br.

 

FONTE: REVISTA ULTIMATO JOVEM, EDIÇÃO 317

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Published in: on maio 7, 2009 at 6:53 pm  Deixe um comentário  

Proibida pela Justiça, Marcha da Maconha reúne 50 em SP

Policial conversa com manifestantes enquanto um dos cartazes aparece na grama do parque. Segundo a determinação da Justiça, foi proibido levantar faixas e cartazes

Policial conversa com manifestantes enquanto um dos cartazes aparece na grama do parque. Segundo a determinação da Justiça, foi proibido levantar faixas e cartazes

Cartaz pedindo democracia é colocado no chão enquanto policiais e manifestantes conversam. Não houve confronto

Cartaz pedindo democracia é colocado no chão enquanto policiais e manifestantes conversam. Não houve confronto

Policial mostra a participante da Marcha da Maconha, em São Paulo, ofício da Justiça paulista que impede a manifestação. Mesmo proibida, a marcha reuniu, de forma pacífica, 50 pessoas no Parque do Ibirapuera
Policial mostra a participante da Marcha da Maconha, em São Paulo, ofício da Justiça paulista que impede a manifestação. Mesmo proibida, a marcha reuniu, de forma pacífica, 50 pessoas no Parque do Ibirapuera

A matéria publicada pelo site Terra dá conta de apenas 50 manifestantes em marcha pela legalização do uso de maconha. Fico feliz por nessa notícia. Ainda bem que o número de manifestantes foi tão baixo. Será que essa gente que luta pela legalização do uso da maconha não percebe os estragos que as drogas fazem nas famílias, nos jovens e o número de mortes e crimes que temos tido notícia na televisão e mídia em geral por causa do uso de drogas e a estabilização de um poder paralelo controlando favelas, matando a troco de nada e esse mesmo sistema usa o dinheiro da droga para financiar crimes hediondos?

 Por outro lado fico tremendamente triste que esses manifestantes associem DEMOCRACIA com o direito legal de fazer o que quiserem produzindo uma série de prejuízos para a sociedade de modo em geral. Democracia é um governo organizado para lutar pelo bem comum com a participação do povo e para o bem de todos. O uso de drogas é um mal tremendo para a sociedade. Como também o é o vício do tabaco e da bebida. Só não sei o motivo que não se faz campanha de abstinência para o uso de bebida alcoólica como se tem feito pelo não uso de tabaco. Qualquer droga abre a porta para outra droga e para toda sorte de crimes. Veja-se os índices alarmantes de  “homicídios” no transito cometidos por aqueles que fazem uso de bebida alcoólica.

 Fico igualmente feliz pela a justiça ter impedido essa aberração que pede a destruição de famílias e vidas e estabelece mais ainda o poder do crime organizado. Jovens de mente tão brilhante deveriam estar lutando pela eliminação do uso de drogas e não o contrário.

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Published in: on maio 4, 2009 at 3:30 pm  Deixe um comentário  

O I.P.I BAIXOU O Q.I AUMENTOU

Olá amigos que têm me dado a grande alegria de lerem minhas matérias. Eu gostaria de dessa vez pedir a importante ajuda de vocês. Ajudem-me, por favor a raciocinar. Ou melhor, me ajudem a saber se estou são das faculdades mentais. O caso deve-se ao seguinte. Tenho ouvido ser notícia em rádio, televisão, jornais e internet que o Imposto sobre Produtos Industrializados baixou. É o tal de I.P.I. Baixou para material de construção e para carros novos.

Depois dessa notícia, amigos as concessionárias ficaram cheias de pessoas querendo comprar seu carro zerinho, zerinho até nem se importando de ficar na fila esperando a produção de seu tão sonhado zerinho. Os depósitos de material de construção estão cheios de pequenos construtores. Aquele que já faz algum tempo começou um puxadinho e não pode ainda terminar por falta de verba. A reforma do quarto da filha, a instalação da pia. Enfim, aquele que vai reformando aos poucos o maior patrimônio de um brasileiro pobre, sua casa.

Meus amigos, a notícia de baixa de imposto por si só já traz uma grande alegria. Ainda mais quando a gente corre para conferir e vê que é verdade. É isso mesmo. Porque no caso dos combustíveis a televisão e a mídia em geral diz que vai baixar e você vai abastecer o carro e os preços são os mesmos desorbitantes de antes da notícia.

Tudo o que nós compramos ou consumismo como energia, telefone, arroz, feijão já traz embutido em metade de seu preço o valioso “faz-me rir” de que tanto o governo gosta. São taxas tão altas que muitos de nós passa o dia brigando com o menino para não deixar a luz acessa o tempo todo. Para não pôr comida demais no prato, pra usar o celular com moderação. Eu sei que esses cuidados a gente deve ter em qualquer tempo, pois a economia de uma casa ou repartição para seu sucesso, depende da boa administração do que se tem. Mais o cuidado redobra diante de impostos tão caros.

Meus amigos, não pensem que sou contra imposto, não. Não sou tão maluco de achar que é só o governo ir lá na casa da moeda e imprimir milhões de cédulas de dinheiro e jogar no mercado. Não. Não pensem mal de mim. Eu acho que os impostos são um “mal necessário”.

O empresário diz que não emprega mais por causa das altas taxas sobre a folha de pagamento. Os sonegadores dizem que sonegam porque as taxas e quantidade de impostos são enormes. As pequenas empresas, coitadas, já começam atoladas. Mas, não vamos ser injustos. O governo criou o “simples” para facilitar a vida da pequena empresa. Eu não sei se melhorou, não, pois eu continuo pagando muito caro pelo que a pequena empresa produz. Aliás, a única semelhança entre pequena e empresa e mega empresa são os preços dos produtos. Diante de tanto imposto aumenta o índice de demissões e aumenta a taxa de empregos informais.

Os impostos custeiam a construção de hospitais, estradas, casas populares, iluminação, alimentação, os programas do governo para a baixa renda, etc. A construção de presídios. A contratação de pessoal, etc. Viram? Eu não sou tão oco, não. Eu sei para que imposto serve. Infelizmente o que não entendo é porque os hospitais estão tão sucateados, o alimento está tão caro, as estradas tão esburacadas e o pessoal para trabalhar tão escasso e tanta coisa se deixa por fazer alegando pouca verba se o imposto é tão caro.

Perdõem-me, amigos. Acho que estou divagando um pouco. Vamos voltar para o centro. Minha petição era para que vocês me ajudassem a entender uma dificuldade que venho tendo. Pois bem. Vamos lá.

Meus amigos, se o governo baixou o I.P.I e houve uma grande correria para compra de carro e reforma e construção de casas, aquecendo a economia, fazendo o dinheiro girar, a micro empresa crescer, a indústria produzir, os bancos faturarem, mais gente ser contratada para fazer carros e reformar e construir casas, enfim o país rodar no compasso da engrenagem sem pular um dente dela, por que o governo não diminui os impostos de uma vez? Não seria mais lucrativo para ele e para nós, os brasileiros pagadores de imposto?

Meus amigos, digam, por favor, eu estou ficando doido por pensar assim? Eu sei que entre os meus leitores há pessoas muitas vezes mais gabaritadas do que eu. Se eu estiver errado, por favor me digam por que estou quase queimando a única válvula que ainda há no meu cérebro. Vocês não vai deixar um amigo padecendo, vão?

Me digam amigos se a fórmula IMPOSTO BAIXO = A MAIS PRODUÇÃO = A MAIS PODER DE COMPRA = A MAIS EMPREGOS = POVO MAIS FELIZ está errada.

Certo de contar com bons amigos, fico no aguardo de ansiosa resposta.

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Published in: on maio 3, 2009 at 11:15 am  Deixe um comentário  

A REFORMA ORTOGRÁFICA E OS DESMANDOS EM NOSSO PAÍS

A reforma ortográfica chamou bastante minha atenção . É que há bem pouco tempo eu e muitos brasileiros lutávamos para escrever pondo os acentos em seus devidos lugares. E com tanta luta muito de nós errávamos muitas vezes. Em tantas outras não fosse o corretor ortográfico de nossos computadores e os dicionários, velhos amigos sempre à mão, muitas palavras sairiam erradas. Não tanto por desconhecimento, mas até por descuido.

Meu governo por uma necessidade de facilitar a comunicação entre os países de língua portuguesa está fazendo uma reforma ortográfica em nossa língua escrita. Não há nada de errado com isso, pois vivemos em um tempo de globalização. Até a língua franca mundial padronizou-se para se tornar mais acessível a todos. É o tal de inglês internacional. E todos conseguem se entender bem.

Minha atenção foi despertada pelo fato de aquilo que antes era errado passar a ser certo. Por exemplo. Se eu escrevesse fenómeno estaria errado. Mas agora posso escrever fenômeno e fenómeno e estarei usando a língua culta. Criou-se regra para fazer do errado, certo. É muito estranho isso.

Nessa onda de reforma ortográfica eu reparei, ops, quer dizer, observei; quer dizer, tanto faz, que é possível fazer regras para justificar tudo. No caso da grafia não há prejuízo algum. Mas quando isso começa acontecer dentro da sociedade organizada, acontecem severas atrocidades aos cidadãos e ao bem publico e comum.

Há grande problema quando a casa que deveria fazer leis que beneficiem o povo faz lei para beneficiar a si mesmos. Quando deveriam criar leis para proteger o cidadão promovendo uma reforma no código penal e nos tribunais lesgilam em favor de si fazendo leis que protegem aqueles que têm foro privilegiado ou algum diploma de curso superior. Ora, para mim marginal é marginal tenha ou não diploma de curso superior.

Quando nosso congresso se preocupa tanto com a saúde de seus funcionários, mas diga-se, deputados e senadores que lhes dá plano de saúde top de linha e vitalício enquanto o povo corre de hospital em hospital procurando atendimento e quando é atendido é mal atendido há um grave problema em se fazer lei. Sem falar no grande carnaval das passagens aéreas que dizem ser antiético, mas não ser crime, pois existe uma lei que autoriza a doação de passagens no atacado e varejo.

Um grande mal está se instalando na sociedade organizada. É querer regulamentar tudo aquilo que ela não pode, melhor dizendo, não quer banir. Aborto, uso de drogas, não condenação de menores infratores que cometem crimes hediondos. Descriminalização do adultério e por ai vai.

Acho bom a parte da sociedade que ainda tem juízo começar a protestar para que a onda da correção ortográfica que cria regras para justificar o que era errado, mas nesse caso sem nenhum dano, se alastre mais ainda em nosso congresso e casas de legislação e sociedade organizada criando leis ou lutando para criar leis que virão a beneficiar somente uma minoria mal intencionada.

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Published in: on abril 29, 2009 at 9:11 pm  Deixe um comentário  

A LEI SECA, SECOU?

A polícia jura que há blitz suficiente.

A televisão em busca de audiência sempre, notifica o aumento de casos de acidentes envolvendo motoristas embriagados.

 Os DETRAN nacional afirmam que cassa a CNH dos motoristas infratores.

A justiça afirma que pune o motoristas-terror.

Mas diante de todas essas afirmações só cresce alarmantemente o número de acidente envolvendo ébrios ao volante.

Mas será que é tudo isso verdade?

Há mesmo blitzen suficientes? Creio que sim, pois os estados e municípios adoram faturar para seus cofres.

Os órgãos de transito cassam mesmo a CNH dos motoristas infratores? Creio que não, pois, nesse caso, onde estavam as autoridades que não viram o caso do jogador Edmundo que ultrapassou em muito o limite de infrações permitidas? Não é só o Edmundo. Como esse há muitos casos de anônimos e outros famosos.

A justiça realmente pune os infratores? Tenho sérias dúvidas. Não que nossos juízes sejam incompetentes. Eles não o são. São até bem preparados. Mas com tanta brecha na lei e a morosidade do processo judiciário os casos ficam mofando nas prateleiras (pasmem ainda existem prateleiras nos fóruns de nosso país) dos fóruns.

Por que cresceu o caso de acidentes envolvendo motoristas ébrios inclusive com o aumento de mortes? Por que no início a lei seca diminui consideravelmente o índice de acidentes nas estradas?

Minha resposta se encontra exatamente na pergunta. No Brasil as coisas só funcionam bem quando é novidade. No começo as autoridades levam a sério, punem, vigiam, administram tudo com grande entusiasmo. Depois que o tempo passa a mídia não está mais em cima cobrando, aí todos relaxam, afrouxam.

Há mais uma resposta para isso. No Brasil existe uma lei que pega muito bem. É a terrível lei da impunidade. A lei suprema da impunidade somada à falta de entusiasmo dos dias depois da criação de uma lei enfraquece qualquer boa lei que se crie.

 O que fazer? Eu sugiro bater todo dia na porta de nossos senadores. Para que eles fiquem acordados, para que fiquem sempre entusiasmados para que se preocupem em fazer valer as leis que criaram. Escreva para eles através de e-mails. É grátis. É fácil.

Ora um provérbio antigo que consta da Bíblia Sagrada diz: Na multidão do povo está a glória do rei, mas na falta de povo a ruína do príncipe (Provérbios 14:28).

Quando nosso povo aprender a cobrar devidamente de nossas autoridades aprenderão a nos respeitar devidamente fazendo valer as leis.

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Published in: on abril 24, 2009 at 12:25 am  Deixe um comentário  

NOVELAS REALMENTE FAZEM MAL AO RACIOCÍNIO DAS PESSOAS

 

No programa “A tarde é Sua” exibido pela Rede Tv do dia 21 de Abril chamou-me bastante atenção por algo inusitado que aconteceu ali e que os senhores me darão razão quando digo: novelas realmente fazem mal ao raciocínio das pessoas.

 

A apresentadora Sônia Abrão, depois de anunciar muitas notícias do mundo das celebridades e de um interessante vídeo de uma anônima que fascinou seus algozes e se tornou recordista de visitas ao Youtube, Susan Boyle, anunciou que Glória Perez a escritora de Caminho das Índias, novela exibida pela Rede Globo de Televisão em horário nobre estava doente e, por isso, alguns capítulos não estavam sendo escritos por ela, a autora.

 

A apresentadora ainda desfiou um rosário de elogios à novelista. Dizia Sônia Abrão que Glória tem mesmo estrela. Isso se deve ao fato de depois de a novela ter ido ao ar fatos como o do pai indiano querendo vender sua talentosa filinha por uma cifra estupidamente milionária ter sido veiculado na mídia mundial e chamando atenção para o folhetim global.

 

Até aí tudo bem, pois gosto é gosto. Pelo menos é o que diz o ditado: “Sobre gosto ninguém discute”. O inusitado ficou por conta de que ao noticiar o caso do pai que quis vender sua filinha, quis justificar a atitude do pai à extrema pobreza daquele país. Às condições precárias em que muitos vivem ali. É nesse contexto que se deve julgar a atitude do pai da garota, disse a apresentadora.

 

A mim chama bastante atenção que a novelista Glória Perez capitaneada pela Rede Globo de Televisão não mostre na novela casos de pobreza extrema, condições precária, vida dura, mas uma Índia de costumes, templos suntuosos e animais protegidos (venerados) como grandes figuras (do que depreendo não haver fome, pois no nordeste em alguns lugares em tempos de seca, as pessoas comem até comida de gado).

 

No instante em que estava comentando o caso e, recebendo todo apoio da ex-jurada de programa de auditório, Flor (que está ensaiando seu retorno à televisão e inclusive para isso está se submetendo a um grande regime para perder peso), o senhor Haroldo, que comenta algumas notícias com Sônia Abrão interpelou firmemente as duas perguntando: __ vocês não estão concordando com a atitude desse monstro desalmado, não é? Novamente Sônia Abrão quis justificar sua apologia de que se devia entender a atitude do pai levando em conta o contexto de pobreza em que eles viviam.

 

O senhor Haroldo novamente interpelou a apresentadora, dessa vez dizendo: __ ainda bem que no mundo ainda existem pessoas boas. Hoje todo o Israel parou por dois minutos em solidariedade aos seis milhões de judeus mortos durante a segunda guerra mundial (1939-1945). Esse tipo de coisa merece ser notado. Não querer justificar a atitude desse malvado pai sob circunstancia nenhuma. Se toda vez que alguém estiver em dificuldade vender um filho… (foi interrompido em seu comentário e o programa passou a dar espaço aos comerciais. E todo o restante da exibição do programa ficou-se buscando o áudio de um vídeo que não estava sincronizado com a imagem).

 

A apresentadora ficou totalmente desconsertada com seu infeliz comentário.

 

Acho que ela e muitos brasileiros estava ofuscada pela imagens ricas da novela da gloriosa Glória Perez que só mostra casas prósperas e a vida familiar onde tudo está sob domínio infalível dos patriarcas ou matriarcas. Aliás, eu não sei de onde a apresentadora tirou a idéia de que exista miséria na Índia e usou esse argumentou para querer fazer-nos entender (fazer-nos, pois ela é uma formadora de opinião naquele horário) que é a pobreza que leva as pessoas a fazer atrocidades como chegar a vender o pai sua talentosa filhinha.

 

Não seria mais interessante o pai procurar uma colocação para a filha junto às emissoras de Tv dos grandes centros de Hollywood apresentando a perfomance de sua filha no filme que a garotinha fez e pelo qual ganhou o “Oscar”?

 

Novela realmente faz mal ao raciocínio das pessoas.

 

 

 

 

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Published in: on abril 22, 2009 at 12:03 am  Deixe um comentário  

O MURO: UM PAIS EM QUESTÃO

A imprensa adora manchetes. Parece mesmo que jornalistas, apresentadores, donos de jornal e emissoras estudam mais impactar seu publico com manchetes do que com a explicação delas. A explicação fica sempre limitada a palavras e imagens que mais causam sentimentos que idéias que estabelecem fatos verdadeiros.

A imprensa andava às voltas mancheteando que Israel havia construído um muro para segregar inofensivos pobres povos vizinhos. O que mais se destacava era a manchete do tão desgraçado muro que separava pobres povos que queriam viver em paz, mas Israel não os permitia. O discurso que faço aqui não estava nas manchetes, mas era o que se depreendia das imagens sofridas e das palavras adocicadas pronunciadas com rostos tristes e ora sisudos contra Israel quando este contra atacava depois é, claro, de ser atacado. Se não seria contra atacava. Seria atacava.

Os comentadores (comentaristas), repórteres e apresentadores não diziam que o muro diminui e muito os ataques a escolas, casas e instituições judaicas. Que o muro permitia a passagem das pessoas para trabalho e outros negócios seus. Que os povos vizinhos que vivem em Israel são bem tratados e coisas que o muro não proibiu.

A falta de informações precisas veja o que causou. O governo carioca quer construir um muro como barreira de contenção nas favelas do Rio de Janeiro. Muitos ouviram que se trata de um muro de segregação. Daquele tipo que imprensa falou que foi construído em Israel.

Eu espero realmente que a intenção do governo seja mesmo de o muro servir de ajuda e proteção. Porque se estabeleceu uma querela tão grande sob essa questão com especialistas com idéias as mais mirabolantes possíveis para acabar a imagem de um muro de segregação alegando que seria o mesmo o que aconteceu em Israel (aconteceu segundo a imprensa. Entenda-se). Numa pesquisa houve até um empate técnico sobre se era bom ou não construir o muro tudo porque agora muro é sinal de segregação.

Será que mediante o mal entendido não ficou a lição de que melhor do que manchetes é preciso oferecer à audiência explicações claras, não tendenciosas do que manchetes sensacionalistas?

* SEGUE ABAIXO MATÉRIA DA REVISTA VEJA

Rio A polêmica do muro na favela 18 de abril de 2009 O governo do estado do Rio de Janeiro decidiu erguer muros de três metros de altura nas favelas para impedir que os barracos avancem em direção à mata ou se dependurem em áreas de risco. O caso ganhou repercussão internacional. Surgiram comparações com os muros de Berlim e da Palestina, para ficar em apenas dois exemplos citados pelo escritor português José Saramago em seu blog. E disseminou-se a ideia estapafúrdia de que as favelas seriam integralmente cercadas, ganhando feições de cidadela medieval. O suplemento de turismo do jornal espanhol El País chegou a publicar que os muros têm por objetivo esconder as favelas, e uma jornalista francesa procurou assessores do governo para saber que tamanho teriam os portões de acesso aos morros. Houve quem se preocupasse com o aspecto mais formal da história, defendendo a substituição dos muros por cercas-vivas, e estabeleceu-se uma celeuma em torno de que espécie de planta seria mais adequada para essa finalidade. Nesse campo fértil para desvarios, a discussão ganhou um viés ideológico que desviou a questão de seu foco principal: a necessidade de se conter o avanço das favelas. Pesquisa do instituto Datafolha divulgada na semana passada mostrou que os cariocas entenderam muito bem a ideia central da empreitada. A maioria (60%) não caiu na esparrela de que objetivo do muro é separar ricos e pobres. E 51% dos entrevistados de menor poder aquisitivo aprovam o muro, enquanto no resultado geral 47% são a favor do projeto, e 44%, contra – um empate técnico, por conta da margem de erro. Na primeira etapa do projeto, estão previstos 14,6 quilômetros de muros – pouco mais do que a extensão da ponte Rio-Niterói – e serão contempladas 13 favelas. Para se ter uma ideia do trabalho que há pela frente, apenas 23 das quase 1.000 favelas do Rio têm regras para construção estabelecidas pela prefeitura. Felizmente, parece ter chegado a hora de começar a mudar essa triste realidade. Tanto a prefeitura do Rio quanto o governo estadual têm demonstrado coragem para enfrentar sem demagogia o grave problema das favelas. Diz o governador Sérgio Cabral: “Esse é o muro da inclusão, e não da segregação. Ele significa o fim da omissão do poder público.”

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Published in: on abril 20, 2009 at 8:16 pm  Deixe um comentário  

QUANDO A CABEÇA NÃO PENSA, O CORPO PADECE

 

 

ARÍLSON TENTA DAR A VOLTA POR CIMA JOGANDO

PELO TIME DO 14 DE JULHO

 

O jogador, que já atuou por Grêmio, Palmeiras e pela seleção pré-olímpica, reconhece que teve problemas com bebida e com a polícia e lamenta as chances desperdiçadas na carreira.

ESPORTE ESPETACULAR

 

A reportagem exibida pelo Esporte Espetacular da Rede Globo de Televisão expõe uma chaga aberta no mundo do futebol. Homens que se aventuram a ganhar dinheiro achando que isso é o bastante.

 

O exemplo do jogador Arilson como foi muito bem mostrado pela excelente reportagem do Esporte Espetacular mostra apenas um caso. Mas esse não é o único. Jogadores de futebol têm sido protagonistas de despreparo emocional. Eles estão sempre estampando as páginas de publicações e sendo manchete de noticiários com histórias extravagantes.

Via de regra: eles vão bem no futebol, ma péssimos na vida pessoal.

 

Não são poucos os casos como os de Arilson em que depois que se perde tudo bate o arrependimento e busca-se o recomeço. Todos merecem uma nova chance. Se não for possível no futebol, porque este depende de vitalidade, idade média por volta dos trinta, que seja noutra área. Tomando como lição tudo o que de negativo foi produzido para que não se cometa mais.

 

Essas histórias servem de alerta para nossa juventude e para os pais desses jovens. Para que pais e filhos se preocupem em não apenas encher as burras de dinheiro, mas darem aos filhos uma formação de caráter que permita a seus filhos moverem-se habilidosamente em todas as frentes. Hoje a busca pelo enriquecimento rápido, a fama e o sonho de jogar fora ocupa a mente de pais e filhos. Daí gera-se pessoa desequilibradas emocionalmente que a não ser com uma bola nada mais sabem fazer. A vida não é só futebol. O mesmo aviso fica para as mães que vêem suas filhas como modelos. Os pais que querem seus filhos como desportistas. Até mesmo como médicos, cantores, doutores, engenheiros e a lista é infinitamente crescente.

 

A velha Bíblia já advertia há muito. Ela que tem tantos bons conselhos para dar tem sido tão desprezada. É preciso formar o caráter para uma vida de sucesso.

 

Provérbios 22.6

Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.

 

Provérbios 9.8

Não repreendas o escarnecedor, para que não te odeie; repreende o sábio, e ele te amará.

 

Provérbios 15.176-17

Melhor é o pouco com o temor do SENHOR, do que um grande tesouro onde há inquietação. Melhor é a comida de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio.

 

Provérbios 16.32

Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade.

 

Provérbios 17.1

É MELHOR um bocado seco, e com ele a tranqüilidade, do que a casa cheia de iguarias e com desavença.

 

Provérbios 10.1

PROVÉRBIOS de Salomão: O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe.

 

 

 

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Published in: on abril 20, 2009 at 2:48 pm  Deixe um comentário