A PREDOMINÂNCIA DO BISPO ROMANO

 

 (A origem e desenvolvimento do poder papal na Igreja Católica Romana)

 

Entre 313 e 590, a Igreja Católica Antiga, em que cada bispo era um igual, tornou-se a Igreja Católica Romana, em que o bispo de Roma tinha supremacia sobre os outros bispos. O ritual da Igreja tornou-se também mais sofisticado. A Igreja Católica Romana reflete, em suas estruturas e leis canônicas, a Roma Imperial.

 

Na Igreja primitiva, o bispo era considerado um dos muitos iguais entre si em posição, autoridade e função. No período compreendido entre 313 e 590, o bispo romano passou a ser reconhecido como o primeiro entre os iguais. A partir, porém, da ascensão de Leão I ao trono episcopal em 440, o bispo romano começos a reivindicar a supremacia sobre os outros bispos. A necessidade da eficiência e de uma melhor coordenação gerou naturalmente a centralização do poder. O bispo era também considerado como o penhor da doutrina ortodoxa. Além do mais, alguns dos bispos romanos deste período eram homens jovens que não deixavam passar nenhuma oportunidade que pudesse aumentar o seu poder.

 

Os acontecimentos históricos desta época cooperaram para intensificar a reputação do bispo de Roma. Roma era o centro tradicional de autoridade para o mundo romano durante meio milênio e era a maior cidade do Ocidente. Depois que Constantino transferiu a capital do Império para Constantinopla em 330, o centro de gravidade política oscilou de Roma para essa cidade. Isto deixou o bispo romano como a única pessoa forte de Roma durante muito tempo; o povo dessa região passou a olhá-lo como o líder temporal e espiritual caso uma crise lhe sobreviesse. Foi ele a força que, durante o saque de Roma em 410 por Alarico e seus seguidores visigodos, com sua hábil diplomacia, conseguiu salvar a cidade do fogo. Em Constantinopla, o Imperador parecia estar distante de Roma e de seus problemas, mas o bispo, por sua proximidade, era o único que podia exercer um poder efetivo na solução de crises políticas e espirituais. Quando o trono imperial no Ocidente caiu nas mãos dos bárbaros depois de 467, e outras cidades italianas se tornaram a sede do poder temporal, o povo da Itália via o bispo romano como a liderança política e espiritual.

 

Grandes teólogos como Cipriano, Tertuliano e Agostinho foram figuras de destaque da Igreja Ocidental que estiveram sob a liderança do bispo de Roma. O senhorio do bispo não teve que enfrentar problemas, como polêmicas heréticas que dividiram o Oriente, como é o caso do arianismo. Ademais, o bispo de Roma convocava sínodos em que conseguia manter uma posição que ficaria estabelecida como a posição ortodoxa.

 

A eficiente obra missionária dos monges leais a Roma também fortaleceu a autoridade do bispo romano. Clóvis, o líder dos francos, foi convertido ao cristianismo em 496 e tornou-se um grande defensor da autoridade do bispo de Roma. Gregório I enviou Agostinho à Inglaterra; este monge, junto com os seus sucessores, conseguiu trazer a Bretanha de volta ao seio de Roma. Onde quer que fossem os monges missionários insistiam junto aos seus convertidos para que obedecessem ao bispo de Roma.

 

Leão I (400-c.461), que ocupou i trono episcopal entre 440 e 46, foi o mais hábil ocupante da cadeira antes de Gregório I (c.540-604) que a assumiu em 590. Sua capacidade deu-lhe o título de “grande”. Ele usou muito o título papas, de onde vem a nossa palavra “papa”. Em 452, conseguiu persuadir Átila o Huno a deixar a cidade de Roma. Novamente em 455, quando Genserico e seus seguidores vândalos do norte da África chegaram para saquear Roma, Leão persuadiu-os a isentar a cidade do fogo e da pilhagem; ele teve que concordar, entretanto, que a cidade fosse entregue por duas semanas para ser saqueada pelos vândalos. Genserico manteve sua palavra, e os romanos viram em Leão aquele que salvara a cidade da destruição completa. Sua posição foi ainda mais fortalecida quando Valentino III reconheceu sua supremacia espiritual no Ocidente através de um edito promulgado em 445. Leão sustentava que as apelações das cortes eclesiásticas de bispos deviam, ser levadas à sua corte e que as decisões seriam definitivas. Ele definiu a ortodoxia em seu trono e escreveu contra a heresia dos maniqueus e donatistas. Mesmo não considerando Leão o primeiro papa, é legítimo dizer que ele pretendeu e exerceu o poder mais do que muitos ocupantes posteriores do bispado de Roma. Gelásio I, papa de 492 a 496, escreveu em 494 que Deus dera ao paca e ao rei os poderes sacro e secular. Porque o papa tinha de prestar contas a Deus no dia do Julgamento, pelo rei, o poder papal era mais importante que o poder real. É possível que este poderio tenha sido útil neste primeiro período do relacionamento com os bárbaros, mas levou, mais tarde, à corrupção dentro da própria Igreja Romana.

 

 

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Cristã, capítulo 15.

 

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PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA LITURGIA

(a origem do culto aos santos, a veneração de Maria e as doutrinas em relação a ela, e a origem dos sacramentos).

A influência dos bárbaros e o crescimento do poder episcopal provocaram também mudança no culto da Igreja. Para que os bárbaros, acostumados com culto a imagens, pudessem ser realmente assistidos pela Igreja, muitos líderes eclesiásticos entenderam ser necessário materializar a liturgia para tornar Deus mais acessível a estes fiéis. A veneração de anjos, santos, relíquias, imagens e estátuas foi uma conseqüência lógica deste procedimento. A intimidade com o estado monárquico também determinou uma mudança no culto, passando-se de um forma democrática simples para outra mais aristocrática e colorida de liturgia, com uma clara distinção entre o clero e o laicato.

O domingo tornou-se o dia principal do calendário eclesiástico depois que Constantino estabeleceu que este seria o dia de culto cívico e religioso. A festa do Natal tornou-se uma prática regular em meados do século IV, adotando-se a data de Dezembro anteriormente usada pelos adoradores de Mitra. A festa da Epifania, que comemorava a visita dos magos a Cristo, entrou também para o calendário da Igreja. Acréscimos do ano judaico, de narrativas dos Evangelhos e da vida dos santos mártires propiciaram uma expansão constante do número de dias santos, no calendário eclesiástico.

Aumentou também o número de cerimônias que passariam a ter funções sacramentais. Agostinho entendia que o casamento devia ser considerado como um sacramento. Cipriano sustentava que a penitência era algo à vida cristã. Com o alargamento do fosso entre o clero e o laicato, foi necessário interpretar a ordenação à luz do sacramento. Por volta de 400, a confirmação e a extrema-unção tornaram-se funções cm valor sacramental. A antiga formulação teológica acerca da doutrina do pecado original contribuiu para aumentar a importância do batismo infantil. No começo do século III, Cipriano considerava o batismo infantil um fato aceito. Agostinho também enfatizou a importância do batismo. A Ceia do Senhor ocupava lugar central no pensamento do fiel e na ordem da liturgia. Começava, então, o seu processo de tornar-se um sacrifício e sacramento. Cipriano achava que o sacerdote agia no lugar de Cristo na Ceia e que ele oferecia “um sacrifício verdadeiro e pleno a Deus, o Pai”. O Cânon da Missa, que Gregório I alterou profundamente, enfatizava a natureza sacrificial do culto da comunhão. Ao final do século VI, todos os sete atos que a Igreja Católica Romana considera sacramentos estavam em uso e ocupavam uma elevada posição no culto. O sacerdotalismo, a crença de que a substância da ordenança se torna eficaz através da celebração sacerdotal ganhou terreno seguro. Aguçava-se cada vez mais a separação entre o clero e o laicato.

A veneração a Maria, mãe de Jesus, desenvolveu-se rapidamente por volta de 590, e levou à adoção das doutrinas de sua imaculada conceição, em 1854, e de sua assunção miraculosa aos céus, em 1950. A interpretação equivocada da Bíblia e a série de milagres atribuídos a Maria nos evangelhos apócrifos forjaram uma grande reverência por ela. O nestorianismo e outras controvérsias cristológicas do quarto século acabaram na sua aceitação como “Mãe de Deus”, dando um lugar de honra especial a ela na liturgia.

Clemente, Jerônimo e Tertuliano tinham creditado uma virgindade eterna a Maria. Agostinho cria que a mãe de Cristo sem pecado jamais cometera pecado. O monasticismo, com sua ênfase sobre a virgindade, fortaleceu a idéia de veneração a Maria. Estas e outras considerações levaram a Igreja Romana a lhe dar uma honra especial. Aquilo que de início era apenas um reconhecimento de sua posição elevada como mãe de Cristo logo transformou-se numa crença em seus poderes intercessórios, por se pensar que o filho ficaria alegre por ouvir os pedidos de Sua mãe.

A oração de Efraim Sírio (c.306-c.373) é o primeiro momento de uma invocação formal a Maria. Em meados do século V, ela foi colocada como a principal de todos os santos. Festas ligadas a seu nome brotaram no século V. As principais era a festa da Anunciação (em 25 de março), que comemorava o anúncio dos anjos ao nascimento de um filho a ela; a Candelária (2 de fevereiro), que celebrava a sua purificação após o nascimento de Cristo, e a Assunção (15 de agosto), que a assumia como tendo ascendido aos céus sem morrer. No século VI, Justiniano pediu a sua intercessão em favor de seu império. Em 590, ocupava ela uma posição singular no culto da Igreja Romana.

A veneração dos santos surgiu do desejo natural da Igreja em honrar aqueles que tinham sido mártires nos dias em que fora tão duramente perseguida pelo estado. Ademais, os pagãos estavam acostumados à veneração de seus heróis; quando muitos deles vieram para a Igreja, pareceu-lhes natural substituir os seus heróis pelos santos e lhes dar um status de semi-divindade. Até 300,a celebração em túmulos constava apenas de orações para descanso da alma do santo, mas em 590 a oração por eles tinha se tornado por intermédio deles. Igrejas e capelas foram construídas sobre estes túmulos; festas relacionadas à sua morte obtiveram um lugar no calendário eclesiástico; lendas de milagres atribuídos a eles disseminaram-se rapidamente. O comércio de relíquias, como cadáveres, dentes, cabelos ou ossos, tornou-se um problema tão grave que foi proibido em 381.

O uso de imagens e esculturas no culto propagou-se rapidamente na proporção em que mais e mais bárbaros entravam para a Igreja. Para estes adoradores, essas imagens materializavam a realidade invisível da divindade. Tinham elas também uma função decorativa no embelezamento da Igreja. Os pais da Igreja procuraram fazer a distinção entre a devoção a estas imagens, que era parte da liturgia, e o culto a Deus; duvida-se, porém, que esta sutil distinção tenha evitado que o fiel comum oferecesse a elas culto que os pais reservaram a Deus somente.

Ações de graças ou procissões de penitência tornaram-se parte do culto a partir de 313. Peregrinações, primeiro à Palestina e depois às tumbas de santos famosos tornaram-se comuns. A mãe de Constantino, Helena, visitou a Palestina em 326 e disse ter encontrado a verdadeira cruz.

A ajuda do governo e a liberdade de culto sob Constantino levaram a uma ampla construção de templos. Os cristãos tomaram de empréstimo o tipo de arquitetura basílica aos romanos que a criaram para seus edifícios públicos dedicados ao negócio os às diversões. A basílica era uma grande construção retangular em forma de cruz com um pórtico na parte ocidental para os não-batizados, uma nave para os batizados e uma capela na parte oriental onde o coro, os sacerdotes e no caso de ser uma catedral, o bispo participava do culto. Esta capela geralmente era separada da nave por um biombo de ferro.

O cântico na igreja era de início regido por um líder q quem o povo respondia. O cântico antifonal, em que dois coros separados cantam alternadamente, desenvolveu-se na Antioquia. Ambrósio introduziu esta prática em Milão, de onde se espalhou para a Igreja ocidental.

Este também foi um período de grande pregadores. Ambrósio no Ocidente e Crisóstomo no Oriente foram os pregadores mais brilhantes. Até esta época, esses pregadores não usavam vestes especiais, que só surgiram quando o clero passou a manter para serviços eclesiásticos as indumentárias de tipo romano, cujo uso foi abandonado pelo povo.

Durante este período surgiram uma hierarquia sacerdotal especial sob a liderança de um bispo romano, a tendência a aumentar o número de sacramentos e torná-los os meios principais da graça, além dos movimentos em prol da organização da liturgia. Estas coisas serviram para colocar os fundamentos da Igreja Católica Romana medieval.

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Crsitã, capítulo 15

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Published in: on maio 5, 2009 at 8:51 am  Deixe um comentário  

Proibida pela Justiça, Marcha da Maconha reúne 50 em SP

Policial conversa com manifestantes enquanto um dos cartazes aparece na grama do parque. Segundo a determinação da Justiça, foi proibido levantar faixas e cartazes

Policial conversa com manifestantes enquanto um dos cartazes aparece na grama do parque. Segundo a determinação da Justiça, foi proibido levantar faixas e cartazes

Cartaz pedindo democracia é colocado no chão enquanto policiais e manifestantes conversam. Não houve confronto

Cartaz pedindo democracia é colocado no chão enquanto policiais e manifestantes conversam. Não houve confronto

Policial mostra a participante da Marcha da Maconha, em São Paulo, ofício da Justiça paulista que impede a manifestação. Mesmo proibida, a marcha reuniu, de forma pacífica, 50 pessoas no Parque do Ibirapuera
Policial mostra a participante da Marcha da Maconha, em São Paulo, ofício da Justiça paulista que impede a manifestação. Mesmo proibida, a marcha reuniu, de forma pacífica, 50 pessoas no Parque do Ibirapuera

A matéria publicada pelo site Terra dá conta de apenas 50 manifestantes em marcha pela legalização do uso de maconha. Fico feliz por nessa notícia. Ainda bem que o número de manifestantes foi tão baixo. Será que essa gente que luta pela legalização do uso da maconha não percebe os estragos que as drogas fazem nas famílias, nos jovens e o número de mortes e crimes que temos tido notícia na televisão e mídia em geral por causa do uso de drogas e a estabilização de um poder paralelo controlando favelas, matando a troco de nada e esse mesmo sistema usa o dinheiro da droga para financiar crimes hediondos?

 Por outro lado fico tremendamente triste que esses manifestantes associem DEMOCRACIA com o direito legal de fazer o que quiserem produzindo uma série de prejuízos para a sociedade de modo em geral. Democracia é um governo organizado para lutar pelo bem comum com a participação do povo e para o bem de todos. O uso de drogas é um mal tremendo para a sociedade. Como também o é o vício do tabaco e da bebida. Só não sei o motivo que não se faz campanha de abstinência para o uso de bebida alcoólica como se tem feito pelo não uso de tabaco. Qualquer droga abre a porta para outra droga e para toda sorte de crimes. Veja-se os índices alarmantes de  “homicídios” no transito cometidos por aqueles que fazem uso de bebida alcoólica.

 Fico igualmente feliz pela a justiça ter impedido essa aberração que pede a destruição de famílias e vidas e estabelece mais ainda o poder do crime organizado. Jovens de mente tão brilhante deveriam estar lutando pela eliminação do uso de drogas e não o contrário.

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Published in: on maio 4, 2009 at 3:30 pm  Deixe um comentário  

O CRISTIANISMO NOS CLAUSTROS

Através dos tempos, algumas pessoas tem renunciado à vida social em época de crise e se retirado para a solidão a fim de operar sua própria salvação fora da sociedade que julgavam decadente e arruinada. No período da gradual decadência interna do Império Romano, o monasticismo exerceu um forte apelo para muitos que prontamente renunciaram a sociedade em favor do claustro. Este movimento tem suas origens no século IV, quando leigos em número cada vez maior começaram a se ausentar do mundo. Ai final do século VI, o monasticismo tinha fundas raízes na Igreja ocidental e oriental. Um segundo período de grandeza do monasticismo ocorreu por ocasião das reformas monásticas dos séculos X e XI. A era dos frades no século XIII constitui um terceiro período. O surgimento dos Jesuítas na Contra-Reforma do século XVI constitui o período final em que o monasticismo atingiu profundamente a Igreja. O movimento exerce até hoje um importante papel na vida da Igreja Católica Romana.

 

Os mosteiros eram um refúgio para os que se isolavam da sociedade e precisavam de ajuda. Os que necessitavam de hospitalização geralmente eram bem cuidados no mosteiro. Os viajantes cansados podiam estar certos de alimentação e repouso no albergue do mosteiro. Aqueles que estivessem fartos do mundanismo de seus podiam encontrar no mosteiro um refúgio às preocupações da vida. Alguns dos maiores líderes da Igreja medieval, como Gregório VII (c.1033-1085) por exemplo, vieram dos mosteiros.

 

Em muitos casos também o monasticismo favoreceu o orgulho espiritual, com os monges tornando-se orgulhosos de seus atos ascéticos praticados em benefício de suas próprias almas. Como os mosteiros tornaram-se ricos, devido à frugalidade e propriedade em comum, o ócio, a avareza e a glutonaria campearam.

 

O monasticismo contribui para o rápido desenvolvimento de uma organização hierárquica centralizada na Igreja, isto porque os monges deviam obediência aos superiores que, por sua vez, obedeciam ao papa. Podemos lamentar estes desvios mas temos também de admirar as excelentes contribuições prestadas por esses monges à vida medieval.

 

 

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Cristã, capítulo14.

 

 

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Published in: on maio 3, 2009 at 6:36 pm  Deixe um comentário  

Ato contra visita de Ahmadinejad reúne cerca de mil em SP

 

03 de maio de 2009 • 13h08 • atualizado às 13h45

03 de maio de 2009

Vagner Magalhães/Terra

 

Vagner Magalhães

Direto de São Paulo
O ato promovido pela Juventude Judaica Organizada contra a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, reuniu cerca de mil pessoas na praça Marechal Cordeiro de Farias, popularmente conhecida como praça dos Arcos, na esquina da avenida Angélica com a avenida Paulista, região central de São Paulo.

No local, foi montado um palanque onde representantes do judaísmo, de homossexuais e grupos de defesa dos direitos humanos e da mulher discursaram contra a vida do presidente do Irã ao Brasil.

O presidente do Irã chega a Brasília na próxima quarta-feira, para um encontro com Luíz Inácio Lula da Silva. Ahmadinejad será acompanhado por uma comitiva de 200 pessoas – o maior grupo que acompanhou o presidente iraniano ao exterior, segundo a embaixada.

Em uma conferência das Nações Unidas (ONU) sobre o racismo, o presidente Ahmadinejad descreveu o governo de Israel como “racista” e o Holocausto como “pretexto” para proteger os judeus.

Um dos discursos mais inflamados foi o do secretário municipal de Esportes de São Paulo, Walter Feldman. Em sua fala – muito aplaudida -, ele afirmou que uma pessoa que questiona o holocausto não pode ser bem recebida no Brasil.

“O povo iraniano se vê sufocado. Esse povo precisa de apoio mundial. A visita do presidente do Irã ao Brasil é um equívoco nas relações internacionais do País”, afirmou Feldman. “É inaceitável um governo vindo de origem de perdas (em referêmcia ao presidente Lula) receber alguém que não respeita os direitos humanos, a liberade e a democracia. Somos a maioria. O mundo é a maioria.”

O presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Gilberto Ventura, afirmou que não entende o que faz o presidente Lula receber uma pessoa desrespeitada em todas as partes do mundo. “Ele é um falastrão. Uma pessoa que nega o holocausto”, disse. “O Lula não pode se sentar ao lado de um beligerante tirano.”

O rabino Henry Isaac Sobel, ex-presidente da Congregação Israelita Paulista (CIP), afirmou que “a vinda de Ahmadinejad é uma ofensa frontal à comunidade judaica”. “É uma pessoa que não merece nenhuma acolhida do Planalto”, completou.

“Não se pode admitir a presença dele aqui no Brasil. Uma pessoa que persegue os homossexuais em seu país não é digna de ser recebida pelo presidente do Brasil”, protestou o representante dos homossexuais judeus Ari Teperman.

Além do ato, a comunidade judaica levou várias faixas e cartazes com dizeres contra o presidente iraniano.

Redação Terra

 

Observação: o Pastor Luiz Flor concorda com o ponto de vista do autor da matéria e outras autoridades citadas aqui sobre o Presidente Lula não receber pessoa como o presidente Iraniano.

 

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Published in: on maio 3, 2009 at 6:10 pm  Deixe um comentário  

Agostinho versus Pelágio Para uma Análise do Modernismo de Nossos Dias

Para Pelágio todo homem é criado livre como Adão, tendo, portanto, capacidade de escolher entre o bem e o mal. Cada alma é uma criação individual de Deus, não herdando por isto a contaminação do pecado de Adão. A universalidade do pecado no mundo é explicada pela fraqueza da carne humana e não pela corrupção da vontade humana pelo pecado. O homem não herda o pecado original de seu primeiro pai, embora os pecados das pessoas da geração passada enfraqueçam a carne da geração atual, razão porque os pecados são cometidos, a menos que as vontades individuais cooperem com Deus no processo da salvação. A vontade humana é livre para cooperar com Deus na conquista da santidade e para poder usar os instrumentos da graça como a Bíblia, a razão e o exemplo de Cristo. Como não há pecado original, o batismo infantil não é um elemento essencial à salvação.

Agostinho (354-430), o grande bispo de Hipona, se opôs ao que le cria se uma negação da graça de Deus e afirmava que a regeneração é uma obra exclusiva do Espírito Santo. O homem foi feito originalmente à imagem de Deus e livre para escolher o bem e o mal, mas o pecado de Adão atingiu a todos os homens, porque Adão era o pai da raça. A vontade do homem está totalmente corrompida pela queda, razão porque ele pode ser considerado totalmente depravado e incapaz de usar a sua vontade no que diz respeito ao problema da salvação. Cria Agostinho que todos herdam o pecado através de Adão e que ninguém pode fugir ao pecado original. A vontade do homem é tão limitada que ele nada pode fazer por sua salvação. A salvação vem somente para os eleitos através da graça de Deus em Cristo. Deus pode revitalizar a vontade humana para que aceite a Graça que Ele oferece àquele que Ele elegeu para a salvação.

O problema levantado por Pelágio e Agostinho permanece perene na Igreja Cristã. O modernismo de nossos dias é apenas um ressurgimento da idéia pelagiana de que o homem pode realizar a salvação pela cooperação com a vontade divina através de seus próprios esforços. A questão reside em saber se o cristianismo é um problema de moral ou de religião, se da vontade livre do homem ou da graça de Deus, se de um desenvolvimento do caráter pela cultura ou pela conversão que torna possível este desenvolvimento, se matéria das forças racionais do homem ou da revelação de Deus. A Igreja esteve sempre mais próxima de Agostinho do que de Pelágio ou João Cassiano (propôs idéia semelhante à de Pelágio), embora as doutrinas da Igreja Medieval neste ponto sejam semelhantes ao semi-pelagianismo proposto por João Cassiano.

O Cristianismo Através dos Séculos – Uma História da Igreja Cristã, capítulo 12.

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Published in: on maio 3, 2009 at 5:49 pm  Deixe um comentário  

O I.P.I BAIXOU O Q.I AUMENTOU

Olá amigos que têm me dado a grande alegria de lerem minhas matérias. Eu gostaria de dessa vez pedir a importante ajuda de vocês. Ajudem-me, por favor a raciocinar. Ou melhor, me ajudem a saber se estou são das faculdades mentais. O caso deve-se ao seguinte. Tenho ouvido ser notícia em rádio, televisão, jornais e internet que o Imposto sobre Produtos Industrializados baixou. É o tal de I.P.I. Baixou para material de construção e para carros novos.

Depois dessa notícia, amigos as concessionárias ficaram cheias de pessoas querendo comprar seu carro zerinho, zerinho até nem se importando de ficar na fila esperando a produção de seu tão sonhado zerinho. Os depósitos de material de construção estão cheios de pequenos construtores. Aquele que já faz algum tempo começou um puxadinho e não pode ainda terminar por falta de verba. A reforma do quarto da filha, a instalação da pia. Enfim, aquele que vai reformando aos poucos o maior patrimônio de um brasileiro pobre, sua casa.

Meus amigos, a notícia de baixa de imposto por si só já traz uma grande alegria. Ainda mais quando a gente corre para conferir e vê que é verdade. É isso mesmo. Porque no caso dos combustíveis a televisão e a mídia em geral diz que vai baixar e você vai abastecer o carro e os preços são os mesmos desorbitantes de antes da notícia.

Tudo o que nós compramos ou consumismo como energia, telefone, arroz, feijão já traz embutido em metade de seu preço o valioso “faz-me rir” de que tanto o governo gosta. São taxas tão altas que muitos de nós passa o dia brigando com o menino para não deixar a luz acessa o tempo todo. Para não pôr comida demais no prato, pra usar o celular com moderação. Eu sei que esses cuidados a gente deve ter em qualquer tempo, pois a economia de uma casa ou repartição para seu sucesso, depende da boa administração do que se tem. Mais o cuidado redobra diante de impostos tão caros.

Meus amigos, não pensem que sou contra imposto, não. Não sou tão maluco de achar que é só o governo ir lá na casa da moeda e imprimir milhões de cédulas de dinheiro e jogar no mercado. Não. Não pensem mal de mim. Eu acho que os impostos são um “mal necessário”.

O empresário diz que não emprega mais por causa das altas taxas sobre a folha de pagamento. Os sonegadores dizem que sonegam porque as taxas e quantidade de impostos são enormes. As pequenas empresas, coitadas, já começam atoladas. Mas, não vamos ser injustos. O governo criou o “simples” para facilitar a vida da pequena empresa. Eu não sei se melhorou, não, pois eu continuo pagando muito caro pelo que a pequena empresa produz. Aliás, a única semelhança entre pequena e empresa e mega empresa são os preços dos produtos. Diante de tanto imposto aumenta o índice de demissões e aumenta a taxa de empregos informais.

Os impostos custeiam a construção de hospitais, estradas, casas populares, iluminação, alimentação, os programas do governo para a baixa renda, etc. A construção de presídios. A contratação de pessoal, etc. Viram? Eu não sou tão oco, não. Eu sei para que imposto serve. Infelizmente o que não entendo é porque os hospitais estão tão sucateados, o alimento está tão caro, as estradas tão esburacadas e o pessoal para trabalhar tão escasso e tanta coisa se deixa por fazer alegando pouca verba se o imposto é tão caro.

Perdõem-me, amigos. Acho que estou divagando um pouco. Vamos voltar para o centro. Minha petição era para que vocês me ajudassem a entender uma dificuldade que venho tendo. Pois bem. Vamos lá.

Meus amigos, se o governo baixou o I.P.I e houve uma grande correria para compra de carro e reforma e construção de casas, aquecendo a economia, fazendo o dinheiro girar, a micro empresa crescer, a indústria produzir, os bancos faturarem, mais gente ser contratada para fazer carros e reformar e construir casas, enfim o país rodar no compasso da engrenagem sem pular um dente dela, por que o governo não diminui os impostos de uma vez? Não seria mais lucrativo para ele e para nós, os brasileiros pagadores de imposto?

Meus amigos, digam, por favor, eu estou ficando doido por pensar assim? Eu sei que entre os meus leitores há pessoas muitas vezes mais gabaritadas do que eu. Se eu estiver errado, por favor me digam por que estou quase queimando a única válvula que ainda há no meu cérebro. Vocês não vai deixar um amigo padecendo, vão?

Me digam amigos se a fórmula IMPOSTO BAIXO = A MAIS PRODUÇÃO = A MAIS PODER DE COMPRA = A MAIS EMPREGOS = POVO MAIS FELIZ está errada.

Certo de contar com bons amigos, fico no aguardo de ansiosa resposta.

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Published in: on maio 3, 2009 at 11:15 am  Deixe um comentário  

O QUE FAZER QUANDO A CRISE CHEGA?

(Primeiro sermão da série)

Isaías 22.6-14

Porque Elão tomou a aljava, juntamente com carros de homens e cavaleiros; e Quir descobriu os escudos. E os teus mais formosos vales se encherão de carros, e os cavaleiros se colocarão em ordem às portas. E ele tirou a coberta de Judá, e naquele dia olhaste para as armas da casa do bosque. E vistes as brechas da cidade de Davi, porquanto já eram muitas, e ajuntastes as águas do tanque de baixo. Também contastes as casas de Jerusalém, e derrubastes as casas, para fortalecer os muros. Fizestes também um reservatório entre os dois muros para as águas do tanque velho, porém não olhastes acima, para aquele que isto tinha feito, nem considerastes o que o formou desde a antiguidade. E o Senhor DEUS dos Exércitos, chamou naquele dia para chorar e para prantear, e para raspar a cabeça, e cingir com o cilício. Porém eis aqui gozo e alegria, matam-se bois e degolam-se ovelhas, come-se carne, e bebe-se vinho, e diz-se: Comamos e bebamos, porque amanhã morreremos. Mas o SENHOR dos Exércitos revelou-se aos meus ouvidos, dizendo: Certamente esta maldade não vos será expiada até que morrais, diz o Senhor DEUS dos Exércitos.

Seria muito bom que nós não tivéssemos altos e baixos em nossas vidas. Tivéssemos apenas altos. Mas essa não é a realidade. Somos na verdade alertados pela Palavra de Deus que teremos que enfrentar crises as mais diversas (Eclesiastes 3.1-8; 7.14; Salmo 34.19; João 16.33; Mateus 7.24-27).

Pela nossa própria experiência de vida o que temos visto é que os acontecimentos da vida mudam constantemente. Quem tinha saúde muitas vezes amarga a falta dela. Uma boa fase de estabilidade financeira é contrabalanceada com uma fase de escassez. Perda de emprego. Dificuldades no casamento ou com filhos, ou com os vizinhos. Enfim são muitas as crises que enfrentamos. O que fazer quando a crise chega é a pergunta que devemos nos fazer.

O texto que escolhemos como base desse sermão descreve a situação muito perigosa que viveu o povo de Israel diante de uma crise. Mostra que a atitude que tomaram levou a nação à ruína.

O capítulo vinte e dois do livro do Profeta Isaías trata de um aviso de Deus contra Jerusalém por causa do pecado dela (verso 1). Deus usaria Elão ou Pérsia para castigá-los (versos 5-7). Mas diante dos avisos e dos apelos para que o povo o buscasse, resolveram não se valer da misericórdia de Deus, mas buscar sua própria maneira de salvação. Vejamos o que o povo fez.

1. Armaram-se para a batalha contra uma nação mais poderosa que eles (verso 8);

2. Repararam as brechas do muro e fizeram suprimento de água para sobreviverem aos dias de sítio (verso 9);

3. Derrubaram casas para com o material fazer os muros mais firmes como forma de proteção (verso 10);

4. Construíram um reservatório de água ainda maior para sobreviverem ao tempo de sítio por parte da Pérsia (verso 11ª);

5. Em último lugar providenciaram uma atitude suicida caso tudo o que tinham pensado como solução não desse certo. Se iam morrer pelo menos iriam morrer alegres, em festa (verso 13).

Mas foi exatamente aí que veio a palavra do Senhor por meio de seu profeta, dizendo:

1. Vocês se preocuparam com tudo, menos em buscar o verdadeiro socorro diante de qualquer crise (verso 11b);

2. Vocês não quiseram se humilhar diante de quem poderia trazer o socorro para vocês (verso 12).

Então a sentença do Senhor para este povo foi que, assim como eles não quiseram a ajuda de Deus em favor deles, agora não escaparão da destruição final (verso 14).

Deus ainda adverte àquele que diante de uma crise instalada em sua vida, insiste em não buscar a ajuda de Deus e depender da própria inteligência e artifício humanos. Deus diz que estes sofrerão duras perdas (Isaías 31.1-3).

 Portanto, a primeira atitude diante de uma crise é: BUSCAR A AJUDA DO SENHOR.

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Published in: on maio 2, 2009 at 3:40 pm  Deixe um comentário  

ANALISE, REFLITA

Sem fronteiras

1 de maio de 2009

Delara Darabi, 23 anos, foi enforcada pela República Islâmica do Irã

 

Delara Darabi, 23 anos de idade.

Hoje, no período da manhã, Delara Darabi, pintora iraniana de 23 anos de idade, foi executada na prisão de Rasht (Irã).
Ninguém esperava, pois a pena capital, segundo noticiaram as autoridades iranianas, estava suspensa por dois meses: a execução marcada para 20 de abril passado havia sido suspensa em razão de pressões internacionais e possibilidade de acordo indenizatório com familiares da vítima (forma de extinção da pena de morte).

O certo é que a pena capital foi suspensa por apenas dez dias. Seguramente para baixar a pressão internacional e evitar fosse o presidente Ahmadinejad hostilizado no discurso de abertura da Conferência da ONU sobre racismo, ocorrida na semana que se seguiu à suspensão da pena capital.

Nem esta sexta-feira, –dia  sagrado para os islâmicos xiitas–, evitou a barbárie, ou seja, a  efetivação de um homícidio-legal (praticado pelo Estado).

A morte de Delara foi confirmada , também, pelo sítio de internet do Iran Human Rights.

Não se tem, ainda, detalhes sobre a forma de execução. Estava previsto, quando ocorreu a suspensão, o enforcamento em local público. E o corpo pendurado em guindaste ficaria em exposição, como sempre acontece.

A pintora Delara Darabi , –frise-se 23 anos de idade–, negou em juízo ter sido autora do crime de homicídio.  A sua negativa foi confirmada por oficial prova pericial (confira retrospectiva abaixo): tecnicamente, não poderia ter atingido a vítima.

Quando da consumação do crime ela tinha 17 anos de idade, ou seja, era criminalmente responsável pela lei iraniana..

Pano Rápido. Nos próximos dias desembarcará no Brasil, a convite do nosso presidente Lula, o assassino presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad: ele tenta ser reeleito, em pleito marcado para junho próximo.

Depois da China, o Irã é o país que mais impõe e executa penas de morte: confira retrospectiva abaixo.

Recomenda-se ao presidente Lula não apertar as mãos sujas de sangue de Ahmadinejad. A suspensão da execução da pena capital imposta a Delara Darabi foi uma farsa.

–Wálter Fanganiello Maierovitch– 

 

 

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Published in: on maio 2, 2009 at 1:31 am  Deixe um comentário  

A REFORMA ORTOGRÁFICA E OS DESMANDOS EM NOSSO PAÍS

A reforma ortográfica chamou bastante minha atenção . É que há bem pouco tempo eu e muitos brasileiros lutávamos para escrever pondo os acentos em seus devidos lugares. E com tanta luta muito de nós errávamos muitas vezes. Em tantas outras não fosse o corretor ortográfico de nossos computadores e os dicionários, velhos amigos sempre à mão, muitas palavras sairiam erradas. Não tanto por desconhecimento, mas até por descuido.

Meu governo por uma necessidade de facilitar a comunicação entre os países de língua portuguesa está fazendo uma reforma ortográfica em nossa língua escrita. Não há nada de errado com isso, pois vivemos em um tempo de globalização. Até a língua franca mundial padronizou-se para se tornar mais acessível a todos. É o tal de inglês internacional. E todos conseguem se entender bem.

Minha atenção foi despertada pelo fato de aquilo que antes era errado passar a ser certo. Por exemplo. Se eu escrevesse fenómeno estaria errado. Mas agora posso escrever fenômeno e fenómeno e estarei usando a língua culta. Criou-se regra para fazer do errado, certo. É muito estranho isso.

Nessa onda de reforma ortográfica eu reparei, ops, quer dizer, observei; quer dizer, tanto faz, que é possível fazer regras para justificar tudo. No caso da grafia não há prejuízo algum. Mas quando isso começa acontecer dentro da sociedade organizada, acontecem severas atrocidades aos cidadãos e ao bem publico e comum.

Há grande problema quando a casa que deveria fazer leis que beneficiem o povo faz lei para beneficiar a si mesmos. Quando deveriam criar leis para proteger o cidadão promovendo uma reforma no código penal e nos tribunais lesgilam em favor de si fazendo leis que protegem aqueles que têm foro privilegiado ou algum diploma de curso superior. Ora, para mim marginal é marginal tenha ou não diploma de curso superior.

Quando nosso congresso se preocupa tanto com a saúde de seus funcionários, mas diga-se, deputados e senadores que lhes dá plano de saúde top de linha e vitalício enquanto o povo corre de hospital em hospital procurando atendimento e quando é atendido é mal atendido há um grave problema em se fazer lei. Sem falar no grande carnaval das passagens aéreas que dizem ser antiético, mas não ser crime, pois existe uma lei que autoriza a doação de passagens no atacado e varejo.

Um grande mal está se instalando na sociedade organizada. É querer regulamentar tudo aquilo que ela não pode, melhor dizendo, não quer banir. Aborto, uso de drogas, não condenação de menores infratores que cometem crimes hediondos. Descriminalização do adultério e por ai vai.

Acho bom a parte da sociedade que ainda tem juízo começar a protestar para que a onda da correção ortográfica que cria regras para justificar o que era errado, mas nesse caso sem nenhum dano, se alastre mais ainda em nosso congresso e casas de legislação e sociedade organizada criando leis ou lutando para criar leis que virão a beneficiar somente uma minoria mal intencionada.

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Published in: on abril 29, 2009 at 9:11 pm  Deixe um comentário